Escola de Educação Básica João Hassmann
Nome: Iury A de Oliveira Frandoloso
Série: 7ªB
Professor: Karine de Oliveria
Disciplina: Português
Minhas grandes recordações
Eu vou conta um pouco sobre minha juventude. Meu nome é Antonio Batachou eu tenho 69 anos, nasci em 1941 em 12 de junho, dia dos namorados, em Gaspar, eu nasci em casa porque não tinha Hospital só “parteira” - uma pessoa que vai em casa fazer o parto.
Os nomes de meus pais que já são falecido são: Martin e a dona Rosa, eles me deram uma boa educação mas se aprontasse, respondesse para eles, eu apanhava com o chicote, até sangrar e não podia reclamar se não ia apanhar ainda mais e mais, meus pais não eram tão protetores como os pais de hoje, mas com muito mais autoridade e nós nunca pensávamos em desrespeitá-los.
Quando eu estudava eu acordava todos os dias,de manhã, com o som do galo cantando e os dos passarinhos também. Era arrancada da cama pelo cheirinho do café que era natural, eu colhia a minha mãe moia, era tão bom!
Eu estudei no colégio João Hassmann, mas era diferente de hoje, na escola só tinha uma casinha, chamada de meia água, usávamos uma mochila de pano só com uma alça, eu ia para a escola de a pé, porém, não era muito longe. Eu sempre morei no bairro.
Como a escola era uma casinha simples, só tinha até a 4ªsérie, por isso que só estudei até a 4 série. Para fazer até a 8 série tinha que ir para o centro, mas eu não pude ir porque meus pais não tinham condições de pagar os estudos. Eu comecei a trabalhar na roça quando tinha 8 anos.
Minha rua era bem calma porque não tinha muito carro e só tinha uma tira de atravessar a rua com uma carroça, não aconteciam acidentes, mas logo que começaram a aparecer os carros eu fui atropelado por um fusca, ele me jogou na calçada e eu quase morri na rua !
As pessoas mais importantes da minha vida eram meus falecidos pais porque eu amava-os muito e também porque me deram uma boa educação, foi bom para mim porque graças a eles eu soube respeitar os outros... A coisa mais bonita de antigamente era a natureza tinha bastante árvores, eram bem verdes. Hoje eu tenho 4 filhos bem lindos estou vivendo feliz, alegre, mas tenho muito que viver e muitas lembranças a colecionar.
Memória de Antonio Batachou, 69 anos, morador do bairro Guarani, feita pelo aluno Iury, 13 anos da E.E.B.João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque_SC.
BOAS VINDAS
Este trabalho foi realizado pelos alunos do colégio JOHAS. Esperamos que gostem de nosso trabalho!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Nicole
Escola de Educação Básica ‘’João Hassmann’’.
Nome: Nicole Ferreira.
Série: 7ª A.
Professora: Karine.
Disciplina: Português.
MEU PRIMEIRO CARRO...
Meu nome é Maria Zenon Mafra, tenho 54 anos, nasci em Brusque, meus pais se chamam Aprígio Mafra e Olíbia de Limas Mafra. Minha antecedência é italiana. Minha infância foi tranquila, porque naquela época eu não precisava trabalhar. Costumava brincar de pega-pega, esconde-esconde, balanço, futebol, etc.
O fato que marcou a minha vida foi o casamento dos meus irmãos. Eu percebia a dificuldade que meus irmãos passaram, pois tiveram que parar de estudar para trabalhar. Me formei no ensino médio. A escola erma mais rígida antigamente, hoje em dia as escolas estão mais liberais, lembro também das brincadeiras na sala de aula, e das várias vezes que tive que sentar no milho.
Minha juventude foi ótima, pois sempre podia sair, passear, viajar muito. Logo depois comecei a namorar, mas não quis me casar. Costumava me divertir em bares e discotecas. As músicas que gosto de ouvir são: Detalhes e a Volta de Roberto Carlos e Bee Gees.
Um fato que me lembro desta época foi quando aprendi a dirigir, o meios de transportes eram carros de mola e ônibus. A minha maior tristeza foi a morte dos meus pais e a minha maior alegria foi quando comprei o meu primeiro carro. Antigamente comprar um carro era muito caro e hoje em dia as pessoas tem pelo menos dois. Minha vida mudou desde aquela época, ficou mais fácil para se conseguir as coisas.
Memória de Maria Zenon Mafra, 54 anos, moradora do bairro Águas Claras, feita pela aluna Nicole ferreira, 13 anos, da Escola de Educação Básica ‘’João Hassmann’’, situada no bairro Guarani em Brusque, Santa Catarina.
Nome: Nicole Ferreira.
Série: 7ª A.
Professora: Karine.
Disciplina: Português.
MEU PRIMEIRO CARRO...
Meu nome é Maria Zenon Mafra, tenho 54 anos, nasci em Brusque, meus pais se chamam Aprígio Mafra e Olíbia de Limas Mafra. Minha antecedência é italiana. Minha infância foi tranquila, porque naquela época eu não precisava trabalhar. Costumava brincar de pega-pega, esconde-esconde, balanço, futebol, etc.
O fato que marcou a minha vida foi o casamento dos meus irmãos. Eu percebia a dificuldade que meus irmãos passaram, pois tiveram que parar de estudar para trabalhar. Me formei no ensino médio. A escola erma mais rígida antigamente, hoje em dia as escolas estão mais liberais, lembro também das brincadeiras na sala de aula, e das várias vezes que tive que sentar no milho.
Minha juventude foi ótima, pois sempre podia sair, passear, viajar muito. Logo depois comecei a namorar, mas não quis me casar. Costumava me divertir em bares e discotecas. As músicas que gosto de ouvir são: Detalhes e a Volta de Roberto Carlos e Bee Gees.
Um fato que me lembro desta época foi quando aprendi a dirigir, o meios de transportes eram carros de mola e ônibus. A minha maior tristeza foi a morte dos meus pais e a minha maior alegria foi quando comprei o meu primeiro carro. Antigamente comprar um carro era muito caro e hoje em dia as pessoas tem pelo menos dois. Minha vida mudou desde aquela época, ficou mais fácil para se conseguir as coisas.
Memória de Maria Zenon Mafra, 54 anos, moradora do bairro Águas Claras, feita pela aluna Nicole ferreira, 13 anos, da Escola de Educação Básica ‘’João Hassmann’’, situada no bairro Guarani em Brusque, Santa Catarina.
Rogério
Escola: E.E. B João Hassmann.
Nome: Rogério Felipe de Souza
Série: 7ªA
Professora: Karine de Oliveira
A História de Minha Vida
Meu nome é Odilha Sardo, tenho 61 anos, nasci em Aguti, Nova Trento. Mas hoje depois de me casar com José Sardo, moro em Brusque. Meus pais se chamavam José Antônio de Souza e Maria Albina de Souza, minha ascendência é de Brasileiros.
Vim de uma família muito simples, bem do interior. Plantávamos para comer. Tínhamos gados e aves que davam para o nosso sustento.
O lugar onde eu morava era um sítio com pastos enormes, rio, tenho muita saudade daquele tempo! Na minha juventude não tinha muito o que fazer. Minhas amigas vinham em minha casa para ouvir músicas caipiras em rádio de pilha, bem velho, nós dançávamos até o anoitecer. Naquela época não tinha televisão. Nossa vida era bem simples, calma, sem ladões e as coisas ruins que vemos hoje.
Estudei até a 4ª série, as carteiras eram para 5 pessoas e a professora dava aula de todas as matérias. Era uma escola de madeira. Usávamos a carroça, bicicletas e cavalo para nos levar aos lugares que precisávamos.
Quando fiz 19 anos vim para Brusque para trabalhar de diarista. Foi então que conheci meu marido Zica. Nos casamos e tivemos três filhas e três netos.
A alegria mais especial da minha vida foi o nascimento de minha primeira filha, um momento muito. Hoje moro sozinha em minha casa sinto muito a falta do meu marido, mas mesmo assim tento tocar minha vida em frente.
Memória de Odilha Sardo, moradora do bairro Maluche, feita pelo aluno Rogério Felipe de Souza, 12 anos da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque_SC.
Nome: Rogério Felipe de Souza
Série: 7ªA
Professora: Karine de Oliveira
A História de Minha Vida
Meu nome é Odilha Sardo, tenho 61 anos, nasci em Aguti, Nova Trento. Mas hoje depois de me casar com José Sardo, moro em Brusque. Meus pais se chamavam José Antônio de Souza e Maria Albina de Souza, minha ascendência é de Brasileiros.
Vim de uma família muito simples, bem do interior. Plantávamos para comer. Tínhamos gados e aves que davam para o nosso sustento.
O lugar onde eu morava era um sítio com pastos enormes, rio, tenho muita saudade daquele tempo! Na minha juventude não tinha muito o que fazer. Minhas amigas vinham em minha casa para ouvir músicas caipiras em rádio de pilha, bem velho, nós dançávamos até o anoitecer. Naquela época não tinha televisão. Nossa vida era bem simples, calma, sem ladões e as coisas ruins que vemos hoje.
Estudei até a 4ª série, as carteiras eram para 5 pessoas e a professora dava aula de todas as matérias. Era uma escola de madeira. Usávamos a carroça, bicicletas e cavalo para nos levar aos lugares que precisávamos.
Quando fiz 19 anos vim para Brusque para trabalhar de diarista. Foi então que conheci meu marido Zica. Nos casamos e tivemos três filhas e três netos.
A alegria mais especial da minha vida foi o nascimento de minha primeira filha, um momento muito. Hoje moro sozinha em minha casa sinto muito a falta do meu marido, mas mesmo assim tento tocar minha vida em frente.
Memória de Odilha Sardo, moradora do bairro Maluche, feita pelo aluno Rogério Felipe de Souza, 12 anos da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque_SC.
Yuri
Escola: E.E.B.João Hassmann
Nome:Yuri Alexandre Rita
Série:7ª série
Professora:Karine de Oliveira
Minha Memoria
Eu sou a Liamar Bertolini Rita, tenho 47 anos nasci em Brusque, os nomes de meus pais são:Luis Bertolini e Erna Bertolini.
Eu tenho a ascendência alemã. Lembro da minha infância que foi boa ,agente brincava muito de pega -pega,esconde-esconde e pular corda.
Quando eu era pequena me lembro que meus pai faleceu. Naquela época ,parei de estudar quando estava na 8ª série,porque tive que trabalhar, na escola que estudei tinha ótimos professores,alguns eram bravos, mais outros eram legal.
Minha juventude era boa ,costumava me divertir em casa com os meu amigos,e nas tardes dançantes. Eu conheci meu marido na fábrica vendo eu trabalhava,agente se viu nos finais de semana.
As músicas que eu gostava de ouvir eram sertanejos e românticos ,o fato marcante que eu me lembro é a enchente de 1984. Nós, na minha época, andávamos de ônibus, eu nunca sofri um acidente ,quando eu era pequena meu fato marcante foi a morte de meu pai e o que me causou enorme alegria foi o nascimento do meu filho.
Memória de Liamar Bertolini Rita ,47 anos moradora do bairro Guarani feita pelo aluno Yuri ,13 anos ,da E.E.B João Hassmann ,situada no bairro Guarani em Brusque -SC.
Nome:Yuri Alexandre Rita
Série:7ª série
Professora:Karine de Oliveira
Minha Memoria
Eu sou a Liamar Bertolini Rita, tenho 47 anos nasci em Brusque, os nomes de meus pais são:Luis Bertolini e Erna Bertolini.
Eu tenho a ascendência alemã. Lembro da minha infância que foi boa ,agente brincava muito de pega -pega,esconde-esconde e pular corda.
Quando eu era pequena me lembro que meus pai faleceu. Naquela época ,parei de estudar quando estava na 8ª série,porque tive que trabalhar, na escola que estudei tinha ótimos professores,alguns eram bravos, mais outros eram legal.
Minha juventude era boa ,costumava me divertir em casa com os meu amigos,e nas tardes dançantes. Eu conheci meu marido na fábrica vendo eu trabalhava,agente se viu nos finais de semana.
As músicas que eu gostava de ouvir eram sertanejos e românticos ,o fato marcante que eu me lembro é a enchente de 1984. Nós, na minha época, andávamos de ônibus, eu nunca sofri um acidente ,quando eu era pequena meu fato marcante foi a morte de meu pai e o que me causou enorme alegria foi o nascimento do meu filho.
Memória de Liamar Bertolini Rita ,47 anos moradora do bairro Guarani feita pelo aluno Yuri ,13 anos ,da E.E.B João Hassmann ,situada no bairro Guarani em Brusque -SC.
Shaefer
E.E.B. João Hassmann
Aluno: Lucas Schaefer
Data: 28/05/2010
Série: 7ªA
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
MINHA VIDA MINHA HISTÓRIA
Meu nome é Nanci Elisa Schaefer tenho 62 anos nasci em Brusque sou ascendente de italiano, meus pais se chamam Ernesto Bianchini Junior (falecido) e Helmar Bianchini (falecida).
Eu vivi a minha vida toda no bairro Guarani em Brusque as coisas mudaram muito desde a minha época as estradas eram de barro não se via apartamentos, casas luxuosas, eram casas simples. Nossas brincadeiras também eram simples eram esconde-esconde, batida, andar de bicicleta, bolinha de gude e muitas outras.
Naquela época já havia a escola João Hassmann mais era só até a 4ª série, então eu e minhas amigas íamos até a escola Honório Miranda, eu me lembro que havia expetores que vinham a escola e nós falávamos um pouco do que aprendemos.
Mas tarde na minha adolescência gostava muito das tardes dançantes, foi lá que conheci meu marido nos casamos cedo. Eu era Professora na escola João Hassmann e mais tarde me tornei diretora, e tive dois filhos e minha vida oi muito feliz.
Memória de Nanci Elisa Schaefer, 62 anos, moradora do Birro Guarani, feito pelo aluno Lucas Schaefer, 12 anos, da E.E.B João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque SC.
Jenifer
Escola de Educação Básica ''João Hassmann''
Nome do aluno:Jenifer Heloise Knaul
Nome do entrevistado:Francisco Raulino Martins
Nome da professora:Karine de Oliveira
Disciplina:Língua Portuguesa
Série:7ªA
Meu amor de verdade é minha vida!!!
Meu nome é Francisco Raulino Martins, tenho 63 anos de idade, eu moro em Brusque mas nasci em Nova Trento. Brusque naquela época era uma cidade pequena diferente de hoje em dia que é uma cidade grande e bonita. O nome de meus pais são:Rodolfo Raulino Martins e o nome da minha mãe é Santina de Oliveira Raulino Martins.
Eu ajudava bastante meus pais na roça, mais agora as crianças não ajudam seus pais nas tarefas da casa, porque ficam na frente do computador e da TV. Eu sou ascendente de Italianos.
Minha infância era muito boa, eu meus amigos gostávamos de brincar de carriola e zorra, eu me lembro que naquela época eu fazia passeios na mata com meus amigos. Eu estudei até a 5º série,a escola era muito boa, mas parei de estudar por causa de condições financeiras, e também naquela época não era obrigado a estudar porque nós tínhamos que trabalhar na roça.
Mas me lembro do nome de 2 professores que eram: Celso Vestrup e a professora Aneli trindade! Eu não tenho nada para reclamar dessa idade. Eu gostava de me divertir em festa de igreja e também em outras festas. Eu tinha apelido de Kika e de café com leite, mas hoje em dia meu apelido é Chiquinho.
Eu conheci minha esposa no trabalho, nosso namoro era normal. Nós gostávamos de ouvir juntos Tonico e Tinoco, eles eram muito famosos naquela época. Eu e minha mulher íamos ver corrida de cavalo. Eu já sofri acidente mas não foi grave. Eu usava como meio de transporte naquela época a carroça. O que me causou grande tristeza foi a morte de meus parentes. E a minha maior alegria foi ter a família que eu tenho.
Eu me lembro que 2 de Novembro de 1961 salvei uma mulher que estava grávida, e coloquei ela na carroça e levei para minha casa. Naquela época que aconteceu isso me senti um herói. Quando não tinha mais comida, nós íamos pedir comida para os vizinhos, diferente de hoje em dia que eu e minha família comemos macarrão, lasanha e outras coisas boas.
Memória de Francisco Raulino Martins, 63 anos, morador do bairro Rio Branco, feita pela aluna Jenifer Heloise Knaul, 13 anos da Escola de Educação Básica “João Hassmann” no bairro Guarani, Brusque-SC
Nome do aluno:Jenifer Heloise Knaul
Nome do entrevistado:Francisco Raulino Martins
Nome da professora:Karine de Oliveira
Disciplina:Língua Portuguesa
Série:7ªA
Meu amor de verdade é minha vida!!!
Meu nome é Francisco Raulino Martins, tenho 63 anos de idade, eu moro em Brusque mas nasci em Nova Trento. Brusque naquela época era uma cidade pequena diferente de hoje em dia que é uma cidade grande e bonita. O nome de meus pais são:Rodolfo Raulino Martins e o nome da minha mãe é Santina de Oliveira Raulino Martins.
Eu ajudava bastante meus pais na roça, mais agora as crianças não ajudam seus pais nas tarefas da casa, porque ficam na frente do computador e da TV. Eu sou ascendente de Italianos.
Minha infância era muito boa, eu meus amigos gostávamos de brincar de carriola e zorra, eu me lembro que naquela época eu fazia passeios na mata com meus amigos. Eu estudei até a 5º série,a escola era muito boa, mas parei de estudar por causa de condições financeiras, e também naquela época não era obrigado a estudar porque nós tínhamos que trabalhar na roça.
Mas me lembro do nome de 2 professores que eram: Celso Vestrup e a professora Aneli trindade! Eu não tenho nada para reclamar dessa idade. Eu gostava de me divertir em festa de igreja e também em outras festas. Eu tinha apelido de Kika e de café com leite, mas hoje em dia meu apelido é Chiquinho.
Eu conheci minha esposa no trabalho, nosso namoro era normal. Nós gostávamos de ouvir juntos Tonico e Tinoco, eles eram muito famosos naquela época. Eu e minha mulher íamos ver corrida de cavalo. Eu já sofri acidente mas não foi grave. Eu usava como meio de transporte naquela época a carroça. O que me causou grande tristeza foi a morte de meus parentes. E a minha maior alegria foi ter a família que eu tenho.
Eu me lembro que 2 de Novembro de 1961 salvei uma mulher que estava grávida, e coloquei ela na carroça e levei para minha casa. Naquela época que aconteceu isso me senti um herói. Quando não tinha mais comida, nós íamos pedir comida para os vizinhos, diferente de hoje em dia que eu e minha família comemos macarrão, lasanha e outras coisas boas.
Memória de Francisco Raulino Martins, 63 anos, morador do bairro Rio Branco, feita pela aluna Jenifer Heloise Knaul, 13 anos da Escola de Educação Básica “João Hassmann” no bairro Guarani, Brusque-SC
Thiago
Nome da escola:E.E.B João Hassmann
Série:7ªA
Professor(a):Karine de Oliveira
Disciplina:Português
Nome:Thiago Kons
REGUADAS NAS MÃOS?
Vou falar um pouco da minha história, meu nome é Guaracy Bras Viveiros, tenho 75 anos, nasci em Minas Gerais, moro atualmente no bairro Guarani, é muito bom, melhor do que em Minas, o nome dos meus pais são: Iteuvina Augusta Dos Reis meu pai José Luis De Viveiras, sou descendente de Polonês.
Minha infância era ruim tinha que estudar e trabalhar, costumava brincar de bola e esconde-esconde, um fato que me lembro desta idade eram os banhos de rio. Estudei até a 2ªSérie do primário, a escola era boa, mas parei de estudar pois tinha que trabalhar. A escola era rígida, qualquer coisa que fazia de errado ficava de castigo de joelho no milho e reguadas nas mãos. Atualmente nas escolas o castigo não é mais rígido, é só bilhete e advertências.
A minha juventude foi sofrida tinha que trabalhar muito, costumávamos nos divertir no rio, jogar bola. Conheci minha esposa numa festinha, o namoro era à distância, na base da conversa e muito respeito um com o outro.
Gosto de escutar sertanejo, eu lembro de um fato marcante há muito tempo atrás a festa do casamento de um amigo, o meio de transporte era bicicleta e de pé, graças a Deus nunca sofri um acidente. Uma coisa que me causou grande tristeza foi a morte da minha esposa, e que me causou grande alegria foi o nascimento dos filhos.
Memória de Guaracy Brás Viveiros, 75 anos morador do bairro Guarani, feita pelo aluno Thiago Kons, 13 anos da E. E. B João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Série:7ªA
Professor(a):Karine de Oliveira
Disciplina:Português
Nome:Thiago Kons
REGUADAS NAS MÃOS?
Vou falar um pouco da minha história, meu nome é Guaracy Bras Viveiros, tenho 75 anos, nasci em Minas Gerais, moro atualmente no bairro Guarani, é muito bom, melhor do que em Minas, o nome dos meus pais são: Iteuvina Augusta Dos Reis meu pai José Luis De Viveiras, sou descendente de Polonês.
Minha infância era ruim tinha que estudar e trabalhar, costumava brincar de bola e esconde-esconde, um fato que me lembro desta idade eram os banhos de rio. Estudei até a 2ªSérie do primário, a escola era boa, mas parei de estudar pois tinha que trabalhar. A escola era rígida, qualquer coisa que fazia de errado ficava de castigo de joelho no milho e reguadas nas mãos. Atualmente nas escolas o castigo não é mais rígido, é só bilhete e advertências.
A minha juventude foi sofrida tinha que trabalhar muito, costumávamos nos divertir no rio, jogar bola. Conheci minha esposa numa festinha, o namoro era à distância, na base da conversa e muito respeito um com o outro.
Gosto de escutar sertanejo, eu lembro de um fato marcante há muito tempo atrás a festa do casamento de um amigo, o meio de transporte era bicicleta e de pé, graças a Deus nunca sofri um acidente. Uma coisa que me causou grande tristeza foi a morte da minha esposa, e que me causou grande alegria foi o nascimento dos filhos.
Memória de Guaracy Brás Viveiros, 75 anos morador do bairro Guarani, feita pelo aluno Thiago Kons, 13 anos da E. E. B João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Guilherme
E.E.B.João Hassmann.
Nome: Guilherme de Pinho.
Série: 7ªA.
Disciplina:Língua Portuguesa.
Professora:Karine de Oliveira.
Domingueira
Me chamo Renate Wanka Deichmann e tenho 65 anos, nasci em Brusque no bairro 1º de Maio, mais vim para o bairro Guarani por causa que meu marido morava aqui, o bairro era com pouca casas e as ruas eram de barro, meus pais se chamam Pedro Wanka e Evelina Wanka e sou ascendente de italiano.
Na minha infância eu brincava de casinha, vôlei, bicicleta com os meus irmãos. Eu estudei até a 4ª série no colégio Feliciano Pires mas tive que parar de estuda porque tinha que trabalha para ajudar o sustento da minha família. Minha juventude foi ótima tirando a morte do meu irmão.
Eu costumava me divertir nas domingueiras_eram jantar dançante_ e foi na domingueira que conheci meu marido, o meu namoro foi muito bom nós andávamos de bicicleta. Eu adorava escuta João Mineiro e Marciano e Tonico e Tinoco.
Um fato marcante que aconteceu comigo foi o nascimento da minha primeira filha. Na quela época nós andávamos de carroça, já sofri um acidente mais não foi grave.
O que me causou mais tristeza foi a morte de meus pais, do meu marido e dos meus irmãos, mas o que me causou mais alegria foi meu casamento.
Memória de Renate Wanka Deichmann, 65 anos, moradora do bairro Guarani, em Brusque, feita pelo aluno Guilherme de Pinho, 13 anos da E.E.B João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque -S.C.
Nome: Guilherme de Pinho.
Série: 7ªA.
Disciplina:Língua Portuguesa.
Professora:Karine de Oliveira.
Domingueira
Me chamo Renate Wanka Deichmann e tenho 65 anos, nasci em Brusque no bairro 1º de Maio, mais vim para o bairro Guarani por causa que meu marido morava aqui, o bairro era com pouca casas e as ruas eram de barro, meus pais se chamam Pedro Wanka e Evelina Wanka e sou ascendente de italiano.
Na minha infância eu brincava de casinha, vôlei, bicicleta com os meus irmãos. Eu estudei até a 4ª série no colégio Feliciano Pires mas tive que parar de estuda porque tinha que trabalha para ajudar o sustento da minha família. Minha juventude foi ótima tirando a morte do meu irmão.
Eu costumava me divertir nas domingueiras_eram jantar dançante_ e foi na domingueira que conheci meu marido, o meu namoro foi muito bom nós andávamos de bicicleta. Eu adorava escuta João Mineiro e Marciano e Tonico e Tinoco.
Um fato marcante que aconteceu comigo foi o nascimento da minha primeira filha. Na quela época nós andávamos de carroça, já sofri um acidente mais não foi grave.
O que me causou mais tristeza foi a morte de meus pais, do meu marido e dos meus irmãos, mas o que me causou mais alegria foi meu casamento.
Memória de Renate Wanka Deichmann, 65 anos, moradora do bairro Guarani, em Brusque, feita pelo aluno Guilherme de Pinho, 13 anos da E.E.B João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque -S.C.
Sandro
E.E.B.JoãoHassmann.
Nome: Sandro Haag Junior.
Série: 7ªA.
Disciplina:Língua Portuguesa.
Fogo Simbólico dos Jogos Olímpicos
Meu nome é Jamil Adolfo Shaefer, tenho 50 anos. Nasci na Guabiruba mas na época pertencia a Brusque. Meus pais se chamam Arno Shaefer e Ilca Kormann Shaefer. Minha ascendência é alemã. Eu moro no bairro Imigrantes na Guabiruba, mas na época o bairro era bem diferente do que ele é hoje, ele tinha muitos pastos e poucas empresas, hoje o bairro tem de 3 a 4 empresas no lugar dos pastos. Na época da minha infância as crianças ajudavam os pais na lavoura, mas mesmo assim nós estudávamos e brincávamos muito. As eram bem diferentes que as de hoje, podíamos brincar mais livres porque na época não existia o perigo que os dias de hoje nos oferece, e o conceito de diversão era muito diferente dos de hoje. Na época eu costumava brincar com os meus colegas de quilica, esconder, caçar, pescar, tomar banho no rio e jogar bola nos pastos. Nesta idade um fato muito importante que eu me lembro , foi quando fui buscar o fogo simbólico dos jogos abertos de Brusque até a prefeitura de Guabiruba.
Eu estudei até a 8ª série, porque na época o costume era terminar o 1º grau e iniciar-se no mercado de trabalho, e os estudos do 2º grau era em Brusque -outra cidade. As escolas na época eram bem mais rigorosas do que as de hoje , eram muito mais exemplares e no final até mais aproveitadas. Uma vez na escola por causa de umas meninas brigamos entre colegas e eu mordi o dedo de um deles. Na época eu e meus amigos tínhamos o costume de sair todos os finais de semanas juntos. Éramos inseparáveis, íamos por toda parte. Mas quando conhecemos nossas namoradas tudo mudou, cada um seguiu se rumo, pois este é o ciclo da vida. Depois que nós arranjamos as namoradas nós íamos se divertir em bailes, festas de igreja, praias e pontos de encontro. Eu conheci minha namorada por intermédio de seu irmão e de seu pai. Que eram meus amigos. O namoro daquela época era bem diferente dos de hoje, éramos mais respeitados e tudo era um pouco mais lento. Nós escutávamos muitas músicas mais as que eu mais gostava era as músicas do Amado Batista. Um fato que marcou minha vida foi quando pedi a mão de minha namorada em casamento. O meio de transporte que eu usava antes de ter carteira era a bicicleta.Um dia quando eu já tinha carteira de motorista eu comprei um carro e quando eu estava indo para casa um caminhão cortou minha frente e nós batemos. Um fato que me deixou muito triste foi quando o piloto Aírton Sena morreu em um acidente na F1, na Itália no ano de 1994. Agora dois fatos de minha maior alegria foi quando me casei e no nascimento de meus dois filhos. Essa foi a minha vida até agora.
Memória de Jamil Adolfo Shaefer, 50 anos, morador do bairro Imigrantes, na Guabiruba, feita pelo aluno Sandro Haag Junior, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani.
Rodrigo
E.E.B. João Hassmann.
Aluno:Rodrigo Hoffmann.
Série:7ªA
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira.
Infância Feliz
Meu nome é Valério Hoffmann, nasci em Brusque na Maternidade e Hospital Evangélico e tenho 61 anos. Meus pais se chamam Teodoro e Irene Hoffmann e sou ascendente de alemães e italianos.
Tive uma infância, não tinha brinquedos e nem tempo para brincar, pois tinha que ajudar os pais na roça colhendo os alimentos para o almoço. Eu costumava brincar de me pendurar em árvores e fazer guerras de lama e frutas podres. Também jogava futebol e caçava passarinhos, Também brincava de carriola - carrinho de madeira que descíamos o barranco-. Lembro quando fiquei com 5 espinhos na perna quando tentei pegar um porco-espinho na beira do rio.
Naqueles tempos a escola era boa, embora muito longe, nós gostávamos de estudar. Só estudei até a 4ª Série porque tive que começar a trabalhar. Lembro que a escola tinha um pequeno barranco onde nós escorregávamos com folhas de bananeiras, isso na infância.
Na minha juventude, tive que trabalhar nas fábricas para ajudar meus pais.
Eu só me divertia na casa do meu avô, correndo atrás das galinhas e laçando o bezerros. O namoro era bem diferente dos de hoje, nos só nos víamos nos domingos e só nos beijávamos na frente dos pais. Conheci minha esposa em uma festa na igreja e começamos a namorar. Eu e ela gostávamos de ouvir músicas raízes e sertanejas. Nos perdemos tudo o que tínhamos construído juntos na enchente de 84. Para piorar as coisas, cortei o dedo, cortando trato com o facão para os bezerros do meu avô.
Depois disso os meus pais morreram, o que me deixou muito triste.
Só que isso não me abalou! Porque estava muito feliz com meus filhos, netos e com minha amada esposa com que casei.
Memória de Valério Hoffmann, 61 anos, morador do bairro Guarani, em Brusque, feita pelo aluno Rodrigo Hoffmann, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Aluno:Rodrigo Hoffmann.
Série:7ªA
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira.
Infância Feliz
Meu nome é Valério Hoffmann, nasci em Brusque na Maternidade e Hospital Evangélico e tenho 61 anos. Meus pais se chamam Teodoro e Irene Hoffmann e sou ascendente de alemães e italianos.
Tive uma infância, não tinha brinquedos e nem tempo para brincar, pois tinha que ajudar os pais na roça colhendo os alimentos para o almoço. Eu costumava brincar de me pendurar em árvores e fazer guerras de lama e frutas podres. Também jogava futebol e caçava passarinhos, Também brincava de carriola - carrinho de madeira que descíamos o barranco-. Lembro quando fiquei com 5 espinhos na perna quando tentei pegar um porco-espinho na beira do rio.
Naqueles tempos a escola era boa, embora muito longe, nós gostávamos de estudar. Só estudei até a 4ª Série porque tive que começar a trabalhar. Lembro que a escola tinha um pequeno barranco onde nós escorregávamos com folhas de bananeiras, isso na infância.
Na minha juventude, tive que trabalhar nas fábricas para ajudar meus pais.
Eu só me divertia na casa do meu avô, correndo atrás das galinhas e laçando o bezerros. O namoro era bem diferente dos de hoje, nos só nos víamos nos domingos e só nos beijávamos na frente dos pais. Conheci minha esposa em uma festa na igreja e começamos a namorar. Eu e ela gostávamos de ouvir músicas raízes e sertanejas. Nos perdemos tudo o que tínhamos construído juntos na enchente de 84. Para piorar as coisas, cortei o dedo, cortando trato com o facão para os bezerros do meu avô.
Depois disso os meus pais morreram, o que me deixou muito triste.
Só que isso não me abalou! Porque estava muito feliz com meus filhos, netos e com minha amada esposa com que casei.
Memória de Valério Hoffmann, 61 anos, morador do bairro Guarani, em Brusque, feita pelo aluno Rodrigo Hoffmann, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Otávio
U. E.: E. E. B. João Hassmann
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Nome: Otávio Henrique Tarelho Leal
Minha Vida Minha História
Meu nome é Maria Cândida, tenho 50 anos e vou contar minha vida nesta memória. Nasci em Crevelândia uma pequena cidade do Mato Grosso, sou acedente de italiano, meu bisavô veio ao Brasil para tentar uma vida melhor.
Na minha infância eu costumava brincar de boneca, de pula-corda, peteca e nos brincávamos de muitas coisas, mas a brincadeira acabou cedo demais, quando parei de estudar, isso foi na 4ª série pra trabalhar, na minha época tinha que trabalhar cedo, e tinha outro imprevisto, a minha escola era numa casa pequena e até simples demais, só tinha uma sala para todas as séries. Eu poderia estudar até acabar o ensino médio, mas não terminei porque não tinha transporte, no meu tempo, só tínhamos cavalo pra a carroça, isso só quando comecei a trabalhar. No meu tempo era comum ver um bezerrinho nascer!
Quando eu ia aos bailes com meu pai e minha mãe, eu gostava de ouvir músicas sertanejas. Eu conheci meu marido quando ele estava roubando uma galinha na minha casa, esse dia foi tão especial e emocionante. Quando estávamos namorando só podíamos se ver aos domingos e quartas-feiras, na minha época não podia usar saia quando ele estava em casa, beijar só depois de casar, e lembro que nunca sofri nenhum acidente, por que quando estava em perigo o meu amor estava lá pra me salvar.
Eu fui alegre no meu casamento, no nascimento de minhas filhas, e meu primeiro dia das mães. Momento de tristeza foi quando minha avó morreu um dia antes dos dias das mães, no meu tempo fazer uma festa com tudo que a avó tinha direito era tradição.Eu e ela éramos como irmãs, contávamos tudo uma para outra. A minha vida foi assim, momentos alegres e tristes.
Memória de Maria Cândida, 50 amos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Otávio Henrique Tarelho Leal, 13 amos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque –SC.
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Nome: Otávio Henrique Tarelho Leal
Minha Vida Minha História
Meu nome é Maria Cândida, tenho 50 anos e vou contar minha vida nesta memória. Nasci em Crevelândia uma pequena cidade do Mato Grosso, sou acedente de italiano, meu bisavô veio ao Brasil para tentar uma vida melhor.
Na minha infância eu costumava brincar de boneca, de pula-corda, peteca e nos brincávamos de muitas coisas, mas a brincadeira acabou cedo demais, quando parei de estudar, isso foi na 4ª série pra trabalhar, na minha época tinha que trabalhar cedo, e tinha outro imprevisto, a minha escola era numa casa pequena e até simples demais, só tinha uma sala para todas as séries. Eu poderia estudar até acabar o ensino médio, mas não terminei porque não tinha transporte, no meu tempo, só tínhamos cavalo pra a carroça, isso só quando comecei a trabalhar. No meu tempo era comum ver um bezerrinho nascer!
Quando eu ia aos bailes com meu pai e minha mãe, eu gostava de ouvir músicas sertanejas. Eu conheci meu marido quando ele estava roubando uma galinha na minha casa, esse dia foi tão especial e emocionante. Quando estávamos namorando só podíamos se ver aos domingos e quartas-feiras, na minha época não podia usar saia quando ele estava em casa, beijar só depois de casar, e lembro que nunca sofri nenhum acidente, por que quando estava em perigo o meu amor estava lá pra me salvar.
Eu fui alegre no meu casamento, no nascimento de minhas filhas, e meu primeiro dia das mães. Momento de tristeza foi quando minha avó morreu um dia antes dos dias das mães, no meu tempo fazer uma festa com tudo que a avó tinha direito era tradição.Eu e ela éramos como irmãs, contávamos tudo uma para outra. A minha vida foi assim, momentos alegres e tristes.
Memória de Maria Cândida, 50 amos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Otávio Henrique Tarelho Leal, 13 amos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque –SC.
Willian
U.E.: E. E. B. João Hassmann
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Nome: Willian V. Corrêa
MINHA VIDA MINHA HISTÓRIA
Meu nome é Mario Schlindwein, nasci na cidade de Brusque, tenho 52 anos, meus pais se chamavam João Schlindwein e Othilia Keller Schlindwein, e sou ascendente de alemão.
A minha infância não era tão boa, porque tive que começar a trabalhar cedo na roça, quando dava tempo nós brincávamos de futebol e bolinha de gude _ hoje é conhecido como quilica. Nesta época, eu lembro que caí de bicicleta, “disto eu não vou esquecer nunca”! Eu estudei até a 8ª série, e da escola eu não posso reclamar, a escola era pequena mas era muito boa, eu parei de estudar porque tinha que começar a trabalhar.
Eu não tive uma juventude muito boa porque tinha que trabalhar na roça, eu me lembro que a coisa mais legal era quando eu ia para festas me divertir.
Foi numa festa de igreja que eu conheci minha esposa, nós só podíamos namorar nos finais de semana, nesta época quando eu estava namorando eu gostava de ouvir músicas sertanejas.
Nós só tínhamos dois meio de transporte, nós andávamos de bicicleta ou de carroça. Um fato marcante naquela época, foi quando eu caí de moto, o tombo foi feio: vou contar como foi: eu estava indo para festa e tinha um pouco de óleo na pista, quando passei com a moto em cima do óleo a moto foi de arrasto uns dez metros, nesse tombo eu machuquei a cabeça e quebrei alguns dentes.
Em minha vida até agora, a maior tristeza que eu já tive, foi a morte de meus pais. Mas em compensação a maior alegria foi quando meus filhos nasceram.
Memória de Mario Schlindwein, 52 anos, morador do bairro Imigrantes, feita pelo aluno Willian V. Corrêa, 13 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Nome: Willian V. Corrêa
MINHA VIDA MINHA HISTÓRIA
Meu nome é Mario Schlindwein, nasci na cidade de Brusque, tenho 52 anos, meus pais se chamavam João Schlindwein e Othilia Keller Schlindwein, e sou ascendente de alemão.
A minha infância não era tão boa, porque tive que começar a trabalhar cedo na roça, quando dava tempo nós brincávamos de futebol e bolinha de gude _ hoje é conhecido como quilica. Nesta época, eu lembro que caí de bicicleta, “disto eu não vou esquecer nunca”! Eu estudei até a 8ª série, e da escola eu não posso reclamar, a escola era pequena mas era muito boa, eu parei de estudar porque tinha que começar a trabalhar.
Eu não tive uma juventude muito boa porque tinha que trabalhar na roça, eu me lembro que a coisa mais legal era quando eu ia para festas me divertir.
Foi numa festa de igreja que eu conheci minha esposa, nós só podíamos namorar nos finais de semana, nesta época quando eu estava namorando eu gostava de ouvir músicas sertanejas.
Nós só tínhamos dois meio de transporte, nós andávamos de bicicleta ou de carroça. Um fato marcante naquela época, foi quando eu caí de moto, o tombo foi feio: vou contar como foi: eu estava indo para festa e tinha um pouco de óleo na pista, quando passei com a moto em cima do óleo a moto foi de arrasto uns dez metros, nesse tombo eu machuquei a cabeça e quebrei alguns dentes.
Em minha vida até agora, a maior tristeza que eu já tive, foi a morte de meus pais. Mas em compensação a maior alegria foi quando meus filhos nasceram.
Memória de Mario Schlindwein, 52 anos, morador do bairro Imigrantes, feita pelo aluno Willian V. Corrêa, 13 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Anderson
U.E.: E. E. B. João Hassmann
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Aluno: Anderson Schlindwein
MINHA HISTÓRIA MINHA VIDA
Meu nome é Mario Schlindwein, nasci em Brusque e tenho 52 anos, agora vou contar um pouco da minha história para vocês, sou filho de João Schlindwein e Othilia Keller Schlindwein, minha ascendência é de alemã, minha infância foi mais o menos, porque eu tinha que acordar cedo para ir a roça, depois me arrumar para ir a escola, quando eu chegava da escola eu tinha que comer descansar uns 40 minutos e depois voltar para a roça, e só voltava quando começava ao anoitecer, eu e meus irmãos brincávamos de futebol, bicicleta, bolinha de gude _ hoje é conhecido como quilica. Eu lembro da minha infância que eu caia quase todos os dias de bicicleta.
Estudei até a 8ª série a minha escola era boa, mas era muito pequena, eu parei de estudar porque eu tinha que trabalhar e ajudar minha família, eu não lembro nada de interessante da escola.
A minha juventude não foi muito boa porque eu tinha que trabalhar na roça. Eu costumava me divertir em festas em geral, eu conheci minha esposa numa segunda-feira, dia 12 de outubro de 1987 em uma festa de Igreja, o nosso namoro era bom, mas nós só podíamos nos encontrar nos finais de semana.
Naquela época eu gostava de músicas sertanejas. O fato marcante daquela época foi quando eu caí de moto, vou contar um pouco desse acidente para vocês, eu ia para uma festa mas eu não vi o óleo na pista, passei com a moto em cima do óleo e a moto foi arrastando uns 10 metros, nesse acidente eu machuquei a cabeça e quebrei alguns dentes.
O fato que me causou grande tristeza foi a morte de meus pais, mas eu também tenho um fato de alegria, que foi quando os meus filhos nasceram.
Memória de Mario Schlindwein, 52 anos, morador do bairro Imigrantes, feita pelo aluno Anderson Schlindwein, 13 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Aluno: Anderson Schlindwein
MINHA HISTÓRIA MINHA VIDA
Meu nome é Mario Schlindwein, nasci em Brusque e tenho 52 anos, agora vou contar um pouco da minha história para vocês, sou filho de João Schlindwein e Othilia Keller Schlindwein, minha ascendência é de alemã, minha infância foi mais o menos, porque eu tinha que acordar cedo para ir a roça, depois me arrumar para ir a escola, quando eu chegava da escola eu tinha que comer descansar uns 40 minutos e depois voltar para a roça, e só voltava quando começava ao anoitecer, eu e meus irmãos brincávamos de futebol, bicicleta, bolinha de gude _ hoje é conhecido como quilica. Eu lembro da minha infância que eu caia quase todos os dias de bicicleta.
Estudei até a 8ª série a minha escola era boa, mas era muito pequena, eu parei de estudar porque eu tinha que trabalhar e ajudar minha família, eu não lembro nada de interessante da escola.
A minha juventude não foi muito boa porque eu tinha que trabalhar na roça. Eu costumava me divertir em festas em geral, eu conheci minha esposa numa segunda-feira, dia 12 de outubro de 1987 em uma festa de Igreja, o nosso namoro era bom, mas nós só podíamos nos encontrar nos finais de semana.
Naquela época eu gostava de músicas sertanejas. O fato marcante daquela época foi quando eu caí de moto, vou contar um pouco desse acidente para vocês, eu ia para uma festa mas eu não vi o óleo na pista, passei com a moto em cima do óleo e a moto foi arrastando uns 10 metros, nesse acidente eu machuquei a cabeça e quebrei alguns dentes.
O fato que me causou grande tristeza foi a morte de meus pais, mas eu também tenho um fato de alegria, que foi quando os meus filhos nasceram.
Memória de Mario Schlindwein, 52 anos, morador do bairro Imigrantes, feita pelo aluno Anderson Schlindwein, 13 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Matheus
U.E.: E. E. B. João Hassmann
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Aluno: Mateus Henrique Keller
DA ROÇA PARA A CONFECÇÃO
Esta memória que vou lhes contar é minha: Sou Marilda Maria Ogliari e tenho 62 anos. Nasci em Cinema, interior de Vidal Ramos, que naquela época se chamava Areia, meus pais se chamavam Santo Ogliari e Anna Pedrini, e sou ascendente de italianos.
Minha infância foi muito feliz, tinha muitos amigos, brincávamos de pega-pega, esconde-esconde, pular corda e muitas outras brincadeiras. Acordava com os galos, para tomar café e comer pão com geléia e “chimia” _ queijinho. A escola era muito pequena e longe de casa, eu ia para a escola de carroça, mas na maioria das vezes ia a pé, estudei até a 4ª série, pois não tinha a 5ª série, eu adorava quando passava de ano. Depois disso comecei a ajudar meus pais na roça, trabalho muito difícil e demorado, pois não dava mais tempo para brincar. Algo que adorei foi quando fiz a comunhão e quando nasceu meu irmão.
Minha juventude foi muito curta, pois me casei aos dezesseis anos, me divertia em pequenas festas, eu escutava Tonico e Tinoco e João Mineiro e Marciano. Conheci meu marido no caminho da roça para casa, costumávamos nos encontrar aos sábados e domingos, depois de alguns anos me casei com ele.
Tive seis filhos, quatro meninas e dois meninos, fomos muito felizes, eles cresceram e se casaram, eu e meu marido ficamos sozinhos e resolvemos vir morar em Guabiruba. Comecei a trabalhar de costureira e estou até hoje. Como minha maior tristeza perdi meus pais e há um ano meu marido.
Memória de Marilda Maria Ogliari, 62 anos, moradora do bairro Guabiruba Sul, feita pelo aluno Mateus Henrique Keller, 12 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Aluno: Mateus Henrique Keller
DA ROÇA PARA A CONFECÇÃO
Esta memória que vou lhes contar é minha: Sou Marilda Maria Ogliari e tenho 62 anos. Nasci em Cinema, interior de Vidal Ramos, que naquela época se chamava Areia, meus pais se chamavam Santo Ogliari e Anna Pedrini, e sou ascendente de italianos.
Minha infância foi muito feliz, tinha muitos amigos, brincávamos de pega-pega, esconde-esconde, pular corda e muitas outras brincadeiras. Acordava com os galos, para tomar café e comer pão com geléia e “chimia” _ queijinho. A escola era muito pequena e longe de casa, eu ia para a escola de carroça, mas na maioria das vezes ia a pé, estudei até a 4ª série, pois não tinha a 5ª série, eu adorava quando passava de ano. Depois disso comecei a ajudar meus pais na roça, trabalho muito difícil e demorado, pois não dava mais tempo para brincar. Algo que adorei foi quando fiz a comunhão e quando nasceu meu irmão.
Minha juventude foi muito curta, pois me casei aos dezesseis anos, me divertia em pequenas festas, eu escutava Tonico e Tinoco e João Mineiro e Marciano. Conheci meu marido no caminho da roça para casa, costumávamos nos encontrar aos sábados e domingos, depois de alguns anos me casei com ele.
Tive seis filhos, quatro meninas e dois meninos, fomos muito felizes, eles cresceram e se casaram, eu e meu marido ficamos sozinhos e resolvemos vir morar em Guabiruba. Comecei a trabalhar de costureira e estou até hoje. Como minha maior tristeza perdi meus pais e há um ano meu marido.
Memória de Marilda Maria Ogliari, 62 anos, moradora do bairro Guabiruba Sul, feita pelo aluno Mateus Henrique Keller, 12 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Amorim
U.E.: E. E. B. João Hassmann
Série: 7ª
Turma: A
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Língua Portuguesa
Aluno: Lucas Amorim
MINHAS LEMBRANÇAS
Eu vou contar um pouco sobre minha memórias, meu nome é Enótio Schlindwein e tenho 69 anos. Nasci na cidade de Brusque _ mas hoje é Guabiruba _ e sou filho de Bernardo Schlindwein e Jolástica Schlindwein, sou ascendente de alemães
Na minha infância, nós tínhamos que cuidar das criações da família de segunda à sábado e só tínhamos aos domingos para brincar. Durante os domingos nós brincávamos de muitas coisas como jogar futebol, esconde-esconde. Pulávamos cipó, pescávamos, pegávamos passarinhos e também caçávamos com estilingue. Lembro que gostávamos muito de passear na casa dos parentes. Lembro que quando cheguei pela primeira vez no colégio Santo Antonio _ hoje é São Luiz _ eu quase não sabia falar em português só em alemão e levei algumas semanas para entender algumas coisas, lembro que o colégio era grande com dois andares com as salas de aula grande e que ficavam no andar debaixo, cheguei há estudar até a 4ª série do primário, parei de estudar pois meus pais não tinham condições de manter os estudos.
Na minha juventude tive que começar a trabalhar com 14 anos e antes de completar 18 anos não podia sair de casa a noite. Nós costumávamos tomar banho no rio e jogar futebol no pasto, perto de casa, para nos divertir. Naquela época eu costumava ouvir música caipira, músicas brasileiras em geral e algumas músicas alemãs. Conheci minha esposa, pois ela morava perto de onde eu trabalhava. Lembro bem dos casamentos que havia naquela época onde ocorria na casa de um dos noivos e que iam do meio-dia até as 4 horas da madrugada. Nós sempre usamos o mesmo meio de transporte, à magrinha _ bicicleta . E eu nunca sofri nenhum acidente.
Uma coisa que me causou grande tristeza foi a perda dos meus pais. Uma coisa que me causou grande alegria é ver meus filhos crescerem com saúde.
Memória de Enótio Schlindwein, 69 anos, morador do bairro Imigrantes, feita pelo aluno Lucas Amorim, 13 anos, da E. E. B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque _ SC.
Thalia
Escola de Educação Básica João Hassmann
Nome: Thalia Sandi Bononomi
Série: 7ªA
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
O CORTUME BRUSQUENSE
Meu nome é Marta Shilindivein Vogel, tenho 75 anos. Nasci em Brusque, meus pais se chamam: José Fransisco Shilindivein e Ana Shilindivein Foss, minha ascendência é alemã.
Minha infância era muito bonita, mas difícil, pois eu tinha que trabalhar muito, costumava brincar de pega- pega, esconde- esconde e gostava de brincar muito de boneca. Eu lembro que nessa idade era tudo mais natural, mais bonito e as crianças respeitavam seus pais, pessoas mais velhas, etc. Hoje em dia as crianças não respeitam seus pais e nem brincam, só ficam no computador e na TV.
Eu estudei até a 3ª série do ensino fundamental, a escola em que eu estudava era uma escola muito pobre, na atualidade não existe mais esta escola, pois foram feitas casas neste local. Parei de estudar porque quase nunca tinha professores e porque tinha muito serviço em casa. Sobre a escola não me lembro muito.
Minha juventude foi muito triste, não podia sair, só tinha que trabalhar e ajudar meus pais em casa. Vejo que hoje os jovens vivem saindo de casa e a maioria dos pais não brigam, dão liberdade. Eu costumava me divertir em um lugar chamado Cortume onde eu e meus amigos conversavam, eu gostava de ouvir Tonico e Tinoco.
Conheci Claudino Vogel, meu marido, perto da casa do meu tio, o namoro era muito bonito, namoramos dois anos e com 17 anos nos casamos, e somos muito felizes. Lembro que no dia 17 de maio eu ia me casar, mas no dia 04 de maio meu pai faleceu de enfarto.
Naquela época nosso meio de transporte era a carroça, e eu não me lembro de ter sofrido algum acidente.
O que me causou grande tristeza foi a morte do meu filho Valério. Já a alegria foi o nascimento da minha primeira filha, e quando meus seis filhos se casaram. Os nomes dos meus filhos são: Marlene, Roselis, Luis, Valmor, Aderli, Fransisco e Valério.
Memória de Marta Shilindivein Vogel de 75 anos, moradora do bairro Rio Branco. Escrita por Thalia Sandi Bononomi de 13 anos, estudante da escola João Hassmann situada no bairro Guarani.
Larissa
ESCOLA:E.E.B. João Hassmann
Nome:Larissa Maiara Raimondi
Série: 7º A
Disciplina:Português
Professora: Karine de Oliveira
SÃO PAULO, PARANÁ E BRUSQUE
Eu, Ana Vilas Boas Pereira, tenho 62 anos e vou contar as minhas memórias, nasci em Santa Cruz do Rio Pardo São Paulo e hoje moro em Brusque Santa Catarina, sou ascendente de Portugueses, meus pais se chamam João Thomaz Volas Boas e Ana Maria de Jesus.
Na minha infância, estudei pouco, brincava às vezes e trabalhava muito, porque tinha que ajudar minha família. Na minha época estudava em uma escola velha que ficava numa fazenda longe de casa, hoje em dia, as escolas tem um ensino ótimo e excelentes professores, por vários motivos estudei até a 3ªsérie do primário, um desse motivos foi a morte dos meus pais.
Na minha juventude mais trabalho, mas também gostava de ir para os bailes, ver meus irmãos jogarem futebol num campinho de barro e passear mas, não dava para irmos muito longe, pois não tínhamos carros. Na minha época só tínhamos bicicletas e carroças. Quando completei meus 17 anos conheci meu marido numa visita a casa dele!
Os tempos passaram me casei e fui morar com meu marido no Paraná, tivemos um filho. Os tempos passaram nos mudamos para São Paulo, tivemos uma filha, depois de alguns anos viemos para Brusque quando chegamos em Brusque a cidade era pacata- tranquila, calma-, já me mudei muitas vezes de casa, mas moro há 15 anos com minha filha, sogro e neta na casa que estou hoje. Antes de minha neta nascer meu marido faleceu foi um momento muito triste em minha vida!
Em minha casa já passei por muitos apuros, um certo dia fui limpar e cai de uma altura de 3 metros fraturei minha clavícula e três costelas, fui para o hospital mas estou bem mais não posso fazer muito esforço. Mas isso já passou e sou muito feliz hoje em dia.
Memórias de Ana Vilas Boas Pereira, 62 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna Larissa Maiara Raimondi, 13 anos, da Escola de Educação Básica João Hassmann, situada no bairro Guarani Brusque Santa Catarina.
Tainara
Escola de Educação Básica João Hassmann
Aluna:Tainara Alves dos Santos
Série:7 A
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
MARIA DE CANDIDA E SUA HISTÓRIA
Meu nome é Maria de Candida, tenho 50 anos, nasci em Clevelândia. Os nomes dos meu pais são : José e Ana Maria, sou ascendente de italianos. A minha infância era muito boa, mas tive que trabalhar muito para sustentar minha família, eu brincava muito de boneca, bola, tábua, peteca...
O fato que lembro e que chorei muito foi a primeira vez que eu vi um bezerreiro nascer. Estudei até a 4 série e todos estudava nas mesmas salas a escola era simples aonde eu estudava tinha só de 1ª à 4ª série.
Onde eu morava era interior e só tinha até a 4 série a para estudar tínhamos que ir até a cidade de carroça ou pegar carona ou ainda ir a pé, dava mais ou menos 3 km. Nossa professora era Ana Guardalupe e foi uma pessoa muito legal. A minha juventude foi boa até demais, me divertia muito, eu tinha que ir aos bailes com meus pai.
Conheci meu 1º namorado, aos poucos fui começando uma nova família. Meu marido, foi assim que conheci, ele estava roubando uma galinha da minha casa, a partir deste dia começamos a falar, mas quando ele pediu minha mão, minha família encheu ele de regras, tais como: não usar saia na frente dele, para evitar desentendimentos começamos a sair, era proibido também ir para o quarto sozinha era só depois de casar. Para ir até a casa dele tinha que ir de bicicleta, cavalo, carroça e eram estes nossos transportes.
A minha maior alegria foi quando casei e tive meus filhos. A maior tristeza foi quando meu pai e minha avó morreram, ela morreu primeiro, bem no dia antes dos dias da mães foi uma tristeza para mim e para a minha família. Eu ia homenagear ela com tudo que ela tinha direito.
Acidente eu nunca sofri na minha vida, ainda bem, graças a Deus! Antes eu morava em Clevelândia, hoje eu moro em Brusque,Guarani.
Memória de MARIA DE CANDIDA, 50 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna TAINARA ALVES DOS SANTOS, 14 anos da Escola Estadual Básica João Hassmann situada no bairro Guarani.
Aluna:Tainara Alves dos Santos
Série:7 A
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
MARIA DE CANDIDA E SUA HISTÓRIA
Meu nome é Maria de Candida, tenho 50 anos, nasci em Clevelândia. Os nomes dos meu pais são : José e Ana Maria, sou ascendente de italianos. A minha infância era muito boa, mas tive que trabalhar muito para sustentar minha família, eu brincava muito de boneca, bola, tábua, peteca...
O fato que lembro e que chorei muito foi a primeira vez que eu vi um bezerreiro nascer. Estudei até a 4 série e todos estudava nas mesmas salas a escola era simples aonde eu estudava tinha só de 1ª à 4ª série.
Onde eu morava era interior e só tinha até a 4 série a para estudar tínhamos que ir até a cidade de carroça ou pegar carona ou ainda ir a pé, dava mais ou menos 3 km. Nossa professora era Ana Guardalupe e foi uma pessoa muito legal. A minha juventude foi boa até demais, me divertia muito, eu tinha que ir aos bailes com meus pai.
Conheci meu 1º namorado, aos poucos fui começando uma nova família. Meu marido, foi assim que conheci, ele estava roubando uma galinha da minha casa, a partir deste dia começamos a falar, mas quando ele pediu minha mão, minha família encheu ele de regras, tais como: não usar saia na frente dele, para evitar desentendimentos começamos a sair, era proibido também ir para o quarto sozinha era só depois de casar. Para ir até a casa dele tinha que ir de bicicleta, cavalo, carroça e eram estes nossos transportes.
A minha maior alegria foi quando casei e tive meus filhos. A maior tristeza foi quando meu pai e minha avó morreram, ela morreu primeiro, bem no dia antes dos dias da mães foi uma tristeza para mim e para a minha família. Eu ia homenagear ela com tudo que ela tinha direito.
Acidente eu nunca sofri na minha vida, ainda bem, graças a Deus! Antes eu morava em Clevelândia, hoje eu moro em Brusque,Guarani.
Memória de MARIA DE CANDIDA, 50 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna TAINARA ALVES DOS SANTOS, 14 anos da Escola Estadual Básica João Hassmann situada no bairro Guarani.
Maiele
E.E B. João Hassmann
Nome: Maiele
Série: 7ªA
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina:Português
VIDA REAL
Meu nome é Santana Ceara da Costa, tenho 59 anos, nasci na cidade de Barra Velha. Meus pais se chamam: Lucinda Ceara da Costa e José Ceara da Costa, sou ascendente de Brasileiros.
Minha infância? Eu tinha que trabalhar mas era bom, eu gostava muito de brincar de correr calha no morro, esconde-esconde e jogar bola. Eu me lembro que um dia fiz um travessura e levei uma vassourada da minha mãe e tenho a marca até hoje.
Estudei duas semanas, pois eu fugia da escola, naquela época a escola era de madeira muito simples. Parei de estudar porque tinha que trabalhar na roça com meus pais, eles na época achavam que eu não levava jeito para escola mesmo, só queria me divertir, afinal era criança, mesmo com tantas obrigações.... Eu me lembro que um dia professora me botou de castigo ajoelhado em cima de algumas espigas de milho porque eu não queria ficar dentro da sala de aula e pulei a janela.
Minha juventude foi ótima se pudesse voltaria ao tempo, eu costumava me divertir muito na praia. Conheci minha primeira e última esposa em um posto de gasolina perto de minha casa, o meu namoro era muito bom, mas tinha um porém só nos víamos nos fins de semana e sobre vigilância de alguém da família. Eu adoro música caipira e sempre que ouvia lembrava de minha namorada. Uma data marcante que eu me lembro foi quando parei de beber e o meu casamento começou a melhorar comecei a beber sem ter noção da besteira que estava fazendo. Naquela época eu andava de bicicleta, carro de mola e carroça. Sofri um acidente quando fui me pendurar em cima de um muro e ele caiu em cima do meu joelho.
Uma coisa que me causou grande tristeza foi quando minha filha morreu e que me causou grande alegria foi o nascimento dos mus filhos.
Memória de Santana Ceara da Costa, 59 anos, morador do bairro Guabiruba, feita pela aluna Maiele Cipriano, 12 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque SC.
Nome: Maiele
Série: 7ªA
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina:Português
VIDA REAL
Meu nome é Santana Ceara da Costa, tenho 59 anos, nasci na cidade de Barra Velha. Meus pais se chamam: Lucinda Ceara da Costa e José Ceara da Costa, sou ascendente de Brasileiros.
Minha infância? Eu tinha que trabalhar mas era bom, eu gostava muito de brincar de correr calha no morro, esconde-esconde e jogar bola. Eu me lembro que um dia fiz um travessura e levei uma vassourada da minha mãe e tenho a marca até hoje.
Estudei duas semanas, pois eu fugia da escola, naquela época a escola era de madeira muito simples. Parei de estudar porque tinha que trabalhar na roça com meus pais, eles na época achavam que eu não levava jeito para escola mesmo, só queria me divertir, afinal era criança, mesmo com tantas obrigações.... Eu me lembro que um dia professora me botou de castigo ajoelhado em cima de algumas espigas de milho porque eu não queria ficar dentro da sala de aula e pulei a janela.
Minha juventude foi ótima se pudesse voltaria ao tempo, eu costumava me divertir muito na praia. Conheci minha primeira e última esposa em um posto de gasolina perto de minha casa, o meu namoro era muito bom, mas tinha um porém só nos víamos nos fins de semana e sobre vigilância de alguém da família. Eu adoro música caipira e sempre que ouvia lembrava de minha namorada. Uma data marcante que eu me lembro foi quando parei de beber e o meu casamento começou a melhorar comecei a beber sem ter noção da besteira que estava fazendo. Naquela época eu andava de bicicleta, carro de mola e carroça. Sofri um acidente quando fui me pendurar em cima de um muro e ele caiu em cima do meu joelho.
Uma coisa que me causou grande tristeza foi quando minha filha morreu e que me causou grande alegria foi o nascimento dos mus filhos.
Memória de Santana Ceara da Costa, 59 anos, morador do bairro Guabiruba, feita pela aluna Maiele Cipriano, 12 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque SC.
Camila
Escola: E. E. B. João Hassmann
Nome: Camila Gohr
Série: 7 série A
Professora: Karine de Oliveira
A Carroça do Leite
Meu nome é Adelia Kohler Gohr, minha idade é 75 anos, nasci em Brusque, minha ascendência é alemã. Minha infância foi boa, estudei até a 4 série, minha infância foi talvez até difícil porque tinha que trabalhar na roça e não tinha tempo para estudar e ir para a escola.
Quando eu conheci o meu namorado, nós só podíamos namorar na frente dos pais e se beijar só depois do casamento e para eu ir visitar ele eu ia de carroça ou montada a cavalo.
Lembro também que quando era mais nova tinha que tratar os porcos, e as galinhas e cortar o milho e a cana e também, nós tínhamos vaca leiteira, e colocava o leite em cima da carroça e ia vender aqui no Guarani e lá no Centro, a cidade na época tinha poucas casas, a maioria eram alemães, bem diferente de hoje, que tem pessoas do Brasil inteiro morando aqui, cada um com seu sotaque e seus costumes. Mas falando em entregar leite... agora mudou tudo as pessoas vão no supermercado comprar seu leite.
Quando eu era bem nova, mais ou menos uns 10 anos, os meus avós e meus tios eram tão bravos que não deixavam a gente pegar uma fruta no pé, eles deixavam a fruta apodrecer, mas a gente não podia pegar e se eles vissem nós pegar, eles falavam para os nossos pais e nossos pais brigavam com a gente. A educação era rígida, mas de muita qualidade, me orgulho de minha geração pelo modo como tratavam os mais velhos, com muito respeito e carinho.
Memória de Adelia Kohler Gohr, 75 anos, moradora do bairro Rio Branco, feita pela aluna Camila Gohr, 13 anos, da E, E. B. João Hassmann situada no bairro Guarani em Brusque SC.
Julia
E.E.B. João Hassmann
Nome: Julia Dias
Série:7ªA
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
VIVER A VIDA
Meu nome é Luiz Dias, tenho 82 anos, nasci em Leoberto Leal, cidadezinha do interior, sou ascendente de índios, meus pais se chamavam: Ercílio (falecido) e Maria (falecida).
A minha infância foi na roça, eu colhia fumo, trabalhava no engenho de farinha e ajudava os meus pais. Mas também tinha as horas de diversão, onde nós íamos as cachoeiras, quando era inverno, brincávamos de corrida de cavalo. Como a minha infância era muito pobre eu nunca estudei, pois tínhamos que trabalhar para ajudar os pais. Diferente de hoje em dia que as crianças fica no computador, no vídeo - game e muitas não ajudam os pais.
A minha juventude era trabalhar e quando tinha umas horas vagas íamos nos bares beber ou íamos nos bailes. Já hoje em dia, as pessoas quase nem vão mais para os bailes e sim para a balada_onde os jovens se reúnem_ lá pelos meus 18 anos conheci uma mulher ela se chamava Maria Machado Dias (falecida), o nosso namoro foi muito bom, mas uma parte foi meia chata, pois um não podia pegar na mão do outro e só podia namorar na frente dos pais e não podia namorar na frente das outras pessoas. Mas agora eles já até fazem sexo até mesmo antes de se casar.
Lembro também que foi em minha juventude que meus pais morreram (sinto muita falta deles).E que quando tinha 80 anos minha esposa morreu. Mas já tenho outra namorada que se chama Evelina Gohor. Lembro de momentos de alegria como o nascimento de meus filhos e meu casamento.
Memória de Luiz Dias, 82 anos, morador do bairro Guarani, feita pela aluna Julia Dias, 12 anos da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque SC.
Nome: Julia Dias
Série:7ªA
Profª: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
VIVER A VIDA
Meu nome é Luiz Dias, tenho 82 anos, nasci em Leoberto Leal, cidadezinha do interior, sou ascendente de índios, meus pais se chamavam: Ercílio (falecido) e Maria (falecida).
A minha infância foi na roça, eu colhia fumo, trabalhava no engenho de farinha e ajudava os meus pais. Mas também tinha as horas de diversão, onde nós íamos as cachoeiras, quando era inverno, brincávamos de corrida de cavalo. Como a minha infância era muito pobre eu nunca estudei, pois tínhamos que trabalhar para ajudar os pais. Diferente de hoje em dia que as crianças fica no computador, no vídeo - game e muitas não ajudam os pais.
A minha juventude era trabalhar e quando tinha umas horas vagas íamos nos bares beber ou íamos nos bailes. Já hoje em dia, as pessoas quase nem vão mais para os bailes e sim para a balada_onde os jovens se reúnem_ lá pelos meus 18 anos conheci uma mulher ela se chamava Maria Machado Dias (falecida), o nosso namoro foi muito bom, mas uma parte foi meia chata, pois um não podia pegar na mão do outro e só podia namorar na frente dos pais e não podia namorar na frente das outras pessoas. Mas agora eles já até fazem sexo até mesmo antes de se casar.
Lembro também que foi em minha juventude que meus pais morreram (sinto muita falta deles).E que quando tinha 80 anos minha esposa morreu. Mas já tenho outra namorada que se chama Evelina Gohor. Lembro de momentos de alegria como o nascimento de meus filhos e meu casamento.
Memória de Luiz Dias, 82 anos, morador do bairro Guarani, feita pela aluna Julia Dias, 12 anos da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque SC.
Rafael
E.E.B. João Hassmann
Aluno: Rafael Duarte
Serie: 7ª A
Professora:Karine de Oliveira
Disciplina:Português
Eulalia
Meu nome é Eulalia Maria Jarascesque Huber tenho 71 anos, nasci em pinheiral, meu pai se chama João Jarascesque e minha mãe se chama Maria Guilhermina Rei . Eu sou polonesa, minha infância foi ruim quase não podia brincar, só trabalhava e quando nos nos divertíamos brincávamos de boneca .
Eu estudei até a 4ª série, a escola era na casa da professora, mas eu tive que parar de estudar por motivo de doenças .
Minha juventude foi trabalha a maior parte , quando eu era jovem eu costumava me divertir na casa de amigos e em festas . Eu conheci meu marido numa festa na azambuja , nosso namoro era bem diferente de hoje em dia , nos não podíamos pegar na mão um do outro nem se beijar , só depôs de noivar e sair só com os pais por perto . Eu gostava de ouvir musica sertaneja . Eu lembro de um fato de minha época q foi mito marcante a morte de meus familiares mais eu fiquei muito feliz com o nascimento dos meus filhos mais também fiquei triste quando três dos meus filhos morreram os três q adoravam andar a carroça e de carro e mola q era os meios de transporte q nos usávamos .
Memória de Eulalia Maria jarascesque , 71 anos , moradora do bairro rio branco , feita pelo aluno Rafael Duarte , 13 anos , da E.E.B. João Hassmann , situada n o bairro Guarani em Brusque -SC.
Aluno: Rafael Duarte
Serie: 7ª A
Professora:Karine de Oliveira
Disciplina:Português
Eulalia
Meu nome é Eulalia Maria Jarascesque Huber tenho 71 anos, nasci em pinheiral, meu pai se chama João Jarascesque e minha mãe se chama Maria Guilhermina Rei . Eu sou polonesa, minha infância foi ruim quase não podia brincar, só trabalhava e quando nos nos divertíamos brincávamos de boneca .
Eu estudei até a 4ª série, a escola era na casa da professora, mas eu tive que parar de estudar por motivo de doenças .
Minha juventude foi trabalha a maior parte , quando eu era jovem eu costumava me divertir na casa de amigos e em festas . Eu conheci meu marido numa festa na azambuja , nosso namoro era bem diferente de hoje em dia , nos não podíamos pegar na mão um do outro nem se beijar , só depôs de noivar e sair só com os pais por perto . Eu gostava de ouvir musica sertaneja . Eu lembro de um fato de minha época q foi mito marcante a morte de meus familiares mais eu fiquei muito feliz com o nascimento dos meus filhos mais também fiquei triste quando três dos meus filhos morreram os três q adoravam andar a carroça e de carro e mola q era os meios de transporte q nos usávamos .
Memória de Eulalia Maria jarascesque , 71 anos , moradora do bairro rio branco , feita pelo aluno Rafael Duarte , 13 anos , da E.E.B. João Hassmann , situada n o bairro Guarani em Brusque -SC.
Dyeimis
E.E.B. João Hassmann
Aluno:Dyeimis Paz Ferreira
Professora:Karine de Oliveira
Disciplina:Português
série:7ª A
Minha história
Meu nome é José Venceslau, tenho 52 anos, sou ascendente de alemão. Minha infância não não foi muito boa pois eu tinha que trabalha na roça mais quando eu não estava trabalhando eu era acostumado a brincar de esconde – esconde,corda,e pega -pega.
Eu lembro daquela época que eu cai um tombo eu fui desse o morro de bicicleta e estava sem freio quando cheguei lá embaixo dei de cara na árvore fiquei com um baita galo na cabeça foi ruim no dia mais depois eu mesmo dava risada de mim mesmo .
Por isso que eu não gostava da minha juventude apesar de ser azarado, tinha que trabalha na roça e por o fato de eu trabalha na roça só deu para eu até a 4ª série e também a escola ficava longe e ela era pequena com poucas salas, diferente de hoje que as escolas são maiores, tem mais salas, os alunos tem ônibus pra chega ate ela . Depois com o decorrer do tempo eu fui crescendo e querendo sair, então eu era acostumado a sair para as festas “balada” e foi lá que eu encontrei minha namorada só que o namoro antigamente era bem bem diferente que hoje, a gente só se via nos fins de semana, com ela, minha namorada eu era acostumado a escuta músicas sertanejas com ela também andava de bicicleta . Além de estar feliz depois de um bom tempo fiquei triste quando meus pais morreram , só que acabei ficando feliz depois que meus filhos nasceram.
Memória de José Venceslau , 52 anos , morador do bairro boca-viana , feita pelo aluno , Dyeimis Paz ferreira , 14 anos , da E.E.B. João Hassmann , situada no bairro Guarani em Brusque -SC.
Mariana
E.E.B. João Hassmann.
Aluna: Mariana Schuambach. Série: 7ªA.
Prof. Karine de Oliveira.
Disciplina: Português.
Naquela época
Meu nome é Waldemiro Schuambach, nasci na cidade de Major Gercino, tenho 54 anos, sou ascendente de alemão.
Durante minha vida, eu tive que trabalhar por isso na minha infância, nem sempre sobrava tempo para brincar, quando sobrava eu brincava de pega-pega e esconde-esconde, quando lembro desta época lembro de coisas boas e de meus amigos. Lembro também da minha escola, mas, parei de estudar na 8ª série, pois tinha que trabalhar e não dava tempo, lembro que na escola os professores eram muito rígidos em relação as tarefas, trabalho e provas.
Na minha juventude eu costumava me divertir em parques com meus amigos ou namorada, naquela época era muito diferente de hoje em dia, tinha muitas regras nós só podíamos sair nos finais de semana e com horários, nos finais de semana quando eu saía com minha namorada eu gostava de ir nos bailes de sábado à noite, escutar música sertaneja.
Durante minha vida aconteceram muitas coisas marcantes, uma delas foi conhecer minha esposa no trabalho. Os fatos marcantes da minha vida foi a morte de meus pais e de meu irmão, também foi o acidente de moto onde eu quebrei a perna. E de maior alegria foi o nascimento de meus filhos e de meu neto.
Memória de Waldemiro Schuambach, 54 anos, morador do bairro Guarani, feita pela aluna Mariana Schuambach, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Aluna: Mariana Schuambach. Série: 7ªA.
Prof. Karine de Oliveira.
Disciplina: Português.
Naquela época
Meu nome é Waldemiro Schuambach, nasci na cidade de Major Gercino, tenho 54 anos, sou ascendente de alemão.
Durante minha vida, eu tive que trabalhar por isso na minha infância, nem sempre sobrava tempo para brincar, quando sobrava eu brincava de pega-pega e esconde-esconde, quando lembro desta época lembro de coisas boas e de meus amigos. Lembro também da minha escola, mas, parei de estudar na 8ª série, pois tinha que trabalhar e não dava tempo, lembro que na escola os professores eram muito rígidos em relação as tarefas, trabalho e provas.
Na minha juventude eu costumava me divertir em parques com meus amigos ou namorada, naquela época era muito diferente de hoje em dia, tinha muitas regras nós só podíamos sair nos finais de semana e com horários, nos finais de semana quando eu saía com minha namorada eu gostava de ir nos bailes de sábado à noite, escutar música sertaneja.
Durante minha vida aconteceram muitas coisas marcantes, uma delas foi conhecer minha esposa no trabalho. Os fatos marcantes da minha vida foi a morte de meus pais e de meu irmão, também foi o acidente de moto onde eu quebrei a perna. E de maior alegria foi o nascimento de meus filhos e de meu neto.
Memória de Waldemiro Schuambach, 54 anos, morador do bairro Guarani, feita pela aluna Mariana Schuambach, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Morgana
E.E.B. João Hassmann.
Aluna: Morgana Kling Peper. Série: 7ªA.
Prof. Karine de Oliveira.
Disciplina: Português.
Memórias da Dona Erica
Meu nome é Erica Kling, tenho 65 anos, vou contar as minhas memórias, nasci em Brusque- Santa Catarina. Meus pais eram Ernesto Wandrey e Anna Wandrey, minha ascendência é alemã.
Minha infância era super legal brincávamos muito mas também tínhamos que trabalhar na roça. Nossas brincadeiras preferidas eram pega-pega, futebol, esconde-esconde, passa-anel, etc. lembro muito bem de uma vez que eu estava jogando futebol, com meu irmãos e amigos ganhei uma bolada no estômago e desmaiei, fiquei horas inconsciente mas depois meus irmãos conseguiram me acordar, esse fato foi muito marcante para mim nunca esqueço.
Minha juventude foi boa , só depois dos 18 anos eu podia sair sozinha antes de completar os 18, não podia sair, só podia ir a casa de minhas amigas, meu pai me levava e me buscava e eu me divertia muito em tardes dançantes.
Estudei até a 4ª série do primário, o colégio era de alvenaria e era bem pequeno, só tinha aula no período da manhã, o aprendizado era bem rígido. Tive que parar de estudar, pois eu precisava trabalhar, e meus pais não tinham condições de pagar o colégio.
Conheci meu marido uma vez no centro da cidade, um dia antes da missa, o nosso namoro não era tão liberal como hoje, as meninas de 14, 15 anos já estão namorando e depois já se casam e vão morar juntos e perdem a juventude toda. Nós nos víamos só aos domingos, tínhamos horário, e só podíamos namorar com meu pai olhando. Eu gostava muito de ouvir musicas sertanejas. Eu usava como meio de transporte a minha bicicleta.
A maior tristeza foi a morte dos meus pais. E maior alegria foi o nascimento dos meus filhos e netos.
Memória de Erica Kling, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna Morgana Kling Peper, 12 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque- SC.
Brenda
E.E.B. João Hassmann.
Aluna: Brenda Pereira. Série: 7ªA.
Prof. Karine de Oliveira.
Disciplina: Português.
De Indaial para Brusque
Meu nome é Isabel Baumgart e tenho 65 anos. Nasci em Indaial e meus pais se chamavam Henrique e Catarina e sou ascendente de italianos.
Minha infância foi muito boa, brincávamos de se esconder, de boneca, cantigas de roda, pois não tínhamos televisão para ficar vendo, então inventávamos um monte de brincadeiras!
Quando eu ainda era pequena me mudei de Indaial para Brusque, onde moro até hoje. Quando criança eu corria pelos pastos para espantar as vacas, andava de carroça e brincava muito!
Na escola estudei só até a quarta série, porque naquela época tínhamos pouco estudo.O lugar onde eu estudava era uma casa de madeira, e as aulas eram boas, só que o ruim era que tinha aula em um só período do dia. Na escola, um dia por semana fazíamos exercícios, no outro dia jogávamos bola e várias outras atividades...Hoje já é bem diferente não é caro leitor?
Quando eu era jovem me diverti muito. Íamos em tardes dançantes na casa de um senhor. Foi nestas tardes dançantes, assim entre amigos que conheci meu marido. O namoro era bem controlado. Só nos víamos aos sábados e domingos e só podia namorar até às onze horas da noite. Eu gostava muito de ouvir Amado Batista, fui em alguns shows dele.
Aos domingos sempre encontrava os amigos para conversar, dar umas voltas nas tardes dançantes, se divertir. Quando os lugares eram longe, íamos de carroça para não ter que andar à pé.
Uma coisa muito triste que me aconteceu foi a morte do meu irmão, pois ele era mais novo que eu, e eu gostava muito dele. E o que mais me deixou feliz foi o nascimento dos meus filhos. Tive cinco filhos, cada vez que nascia um ficava muito contente!
Memória de Isabel Baumgart, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna Brenda Pereira, 12 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Aluna: Brenda Pereira. Série: 7ªA.
Prof. Karine de Oliveira.
Disciplina: Português.
De Indaial para Brusque
Meu nome é Isabel Baumgart e tenho 65 anos. Nasci em Indaial e meus pais se chamavam Henrique e Catarina e sou ascendente de italianos.
Minha infância foi muito boa, brincávamos de se esconder, de boneca, cantigas de roda, pois não tínhamos televisão para ficar vendo, então inventávamos um monte de brincadeiras!
Quando eu ainda era pequena me mudei de Indaial para Brusque, onde moro até hoje. Quando criança eu corria pelos pastos para espantar as vacas, andava de carroça e brincava muito!
Na escola estudei só até a quarta série, porque naquela época tínhamos pouco estudo.O lugar onde eu estudava era uma casa de madeira, e as aulas eram boas, só que o ruim era que tinha aula em um só período do dia. Na escola, um dia por semana fazíamos exercícios, no outro dia jogávamos bola e várias outras atividades...Hoje já é bem diferente não é caro leitor?
Quando eu era jovem me diverti muito. Íamos em tardes dançantes na casa de um senhor. Foi nestas tardes dançantes, assim entre amigos que conheci meu marido. O namoro era bem controlado. Só nos víamos aos sábados e domingos e só podia namorar até às onze horas da noite. Eu gostava muito de ouvir Amado Batista, fui em alguns shows dele.
Aos domingos sempre encontrava os amigos para conversar, dar umas voltas nas tardes dançantes, se divertir. Quando os lugares eram longe, íamos de carroça para não ter que andar à pé.
Uma coisa muito triste que me aconteceu foi a morte do meu irmão, pois ele era mais novo que eu, e eu gostava muito dele. E o que mais me deixou feliz foi o nascimento dos meus filhos. Tive cinco filhos, cada vez que nascia um ficava muito contente!
Memória de Isabel Baumgart, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna Brenda Pereira, 12 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Thaísa
E.E.B.João Hassmann.
Nome: Thaísa Louzeiro Jardim
Série: 7ªA.
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira
Tive uma vida sofrida, mais feliz !
Agora vou falar um pouco da minha vida, meu nome é Ledi Louzeiro Marchine, tenho 60 anos, nasci em São Luiz do Maranhão, já morei também no Rio de Janeiro, mas hoje moro em Santa Catarina em Brusque, sou descendente de Brasileiros, meus pais se chamam João da Silva Louzeiro e Maria da Conseição Silveira Louzeiro.
Lembro que minha infância era muito pobre! Meu pai mal tinha o dinheiro para compra a comida, ás vezes, nem isso ele tinha! Não tinha tempo de brincar porque tinha que cuidar dos meus irmãos, enquanto meus pais iam trabalhar. Só estudei até os 18 anos no 2º grau, lembro que, mesmo nesta época, ia para a escola por causa da merenda, eu gostava muito da minha professora de inglês, eu só parei de estudar porque tive que me casar muito cedo. Me lembro que conheci meu marido no baile, na época os bailes eram muito formais, bem diferentes de hoje em dia, eram na casa de um marinheiro no Rio de Janeiro, namorei apenas um mês, logo depois me casei. Lembro que na época as pessoas se casavam muito cedo.
As músicas que eu gostava era rock dos anos 60. lembro de algo que trouxe muita tristeza foi a morte de dois irmãos, atropelados por um caminhão e lembro que o que me deixou mais feliz foi o nascimento de todos os meus queridos 16 netos. E essa foi uma parte da minha história.
Memória de Ledi Louzeiro Marchine, 60 anos, moradora do bairro Aimoré, feita pela aluna Thaísa Louzeiro Jardim, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque -SC.
Nome: Thaísa Louzeiro Jardim
Série: 7ªA.
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira
Tive uma vida sofrida, mais feliz !
Agora vou falar um pouco da minha vida, meu nome é Ledi Louzeiro Marchine, tenho 60 anos, nasci em São Luiz do Maranhão, já morei também no Rio de Janeiro, mas hoje moro em Santa Catarina em Brusque, sou descendente de Brasileiros, meus pais se chamam João da Silva Louzeiro e Maria da Conseição Silveira Louzeiro.
Lembro que minha infância era muito pobre! Meu pai mal tinha o dinheiro para compra a comida, ás vezes, nem isso ele tinha! Não tinha tempo de brincar porque tinha que cuidar dos meus irmãos, enquanto meus pais iam trabalhar. Só estudei até os 18 anos no 2º grau, lembro que, mesmo nesta época, ia para a escola por causa da merenda, eu gostava muito da minha professora de inglês, eu só parei de estudar porque tive que me casar muito cedo. Me lembro que conheci meu marido no baile, na época os bailes eram muito formais, bem diferentes de hoje em dia, eram na casa de um marinheiro no Rio de Janeiro, namorei apenas um mês, logo depois me casei. Lembro que na época as pessoas se casavam muito cedo.
As músicas que eu gostava era rock dos anos 60. lembro de algo que trouxe muita tristeza foi a morte de dois irmãos, atropelados por um caminhão e lembro que o que me deixou mais feliz foi o nascimento de todos os meus queridos 16 netos. E essa foi uma parte da minha história.
Memória de Ledi Louzeiro Marchine, 60 anos, moradora do bairro Aimoré, feita pela aluna Thaísa Louzeiro Jardim, 13 anos, da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque -SC.
Andresa
E.E.B.João Hassmann.
Nome: Andresa fagundes
Série: 7ªA.
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira
Mulher não Precisava ter Estudo!
Meu nome é Maria Olacir Scheibel, tenho 63 anos. Nasci na Maternidade Cônsul Carlos Renaux em Brusque. Meus pais se chamam: Frederico Érico Scheibel e Alta Silvana Carlos Scheibel. Minha acendência é Alemã e Italiana. Minha infância era estudar e brincar. Costumávamos brincar de Ovo choco e piquenique.
Nós nos divertíamos no ''mato'' fazendo piquenique ou em casa, o mato ficava lá aonde agora fica o ''Zoobotânico'', naquela época os avós tinham voltado da Guerra, lembro-me que ali perto do mato tinha uma piscininha, mas minha vida era muito rígida, além das tarefas que tínhamos também havia muito limite de nossos pais e nós nunca desrespeitávamos, hoje, todos têm muito conforto e muitas tecnologias e fazem várias brincadeiras. Eu lembro de uma viagem, que fizemos, de trem à Ponta Grossa PR, ''foi com os pais'', pois era só na vontade dos pais se poderia fazer alguma coisa ou não.
Estudei até a 4ªsérie. A escola era particular, chamava-se Cônsul Carlos Renaux. Parei de estudar porque naquela época não era tão importante a mulher estudar mais era trabalhar para ajudar a alimentar a família. Lembro-me das brincadeiras quando era inverno ficávamos debaixo de uma figueira que ficava ali perto da escola, estudávamos e brincávamos ali debaixo da figueira, também lembro que antes de escrever nós íamos cantando uma musiquinha e aquecendo as mãos.
Minha juventude foi sem liberdade nenhuma, só trabalhando, passear só com os pais. Conheci meu marido no trabalho. O namoro era sempre na vista dos pais, só em casa, perante os pais e só quando fiquei noiva que fomos ao cinema mas ainda acompanhada com os pais. A música que ouvíamos era Sertanejo Universitário, (pois gosto de muitas).
O que me fez feliz foram os nascimentos dos 4 filhos. Andávamos de carro de mola (pode ser chamado de aranha ), com toda família e para trabalhar era com a magrinha_ bicicleta.
Não sofri nenhum acidente em minha vida, mas tive grande tristeza com a morte dos meus pais, pois me ajudaram em tudo além da ótima educação eles me tornaram a pessoa que sou.
Memória de Maria Ollacir Scheibel, 63 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna Andresa Fagundes, 12 anos, da E.E.B.João Hassmann situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Nome: Andresa fagundes
Série: 7ªA.
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira
Mulher não Precisava ter Estudo!
Meu nome é Maria Olacir Scheibel, tenho 63 anos. Nasci na Maternidade Cônsul Carlos Renaux em Brusque. Meus pais se chamam: Frederico Érico Scheibel e Alta Silvana Carlos Scheibel. Minha acendência é Alemã e Italiana. Minha infância era estudar e brincar. Costumávamos brincar de Ovo choco e piquenique.
Nós nos divertíamos no ''mato'' fazendo piquenique ou em casa, o mato ficava lá aonde agora fica o ''Zoobotânico'', naquela época os avós tinham voltado da Guerra, lembro-me que ali perto do mato tinha uma piscininha, mas minha vida era muito rígida, além das tarefas que tínhamos também havia muito limite de nossos pais e nós nunca desrespeitávamos, hoje, todos têm muito conforto e muitas tecnologias e fazem várias brincadeiras. Eu lembro de uma viagem, que fizemos, de trem à Ponta Grossa PR, ''foi com os pais'', pois era só na vontade dos pais se poderia fazer alguma coisa ou não.
Estudei até a 4ªsérie. A escola era particular, chamava-se Cônsul Carlos Renaux. Parei de estudar porque naquela época não era tão importante a mulher estudar mais era trabalhar para ajudar a alimentar a família. Lembro-me das brincadeiras quando era inverno ficávamos debaixo de uma figueira que ficava ali perto da escola, estudávamos e brincávamos ali debaixo da figueira, também lembro que antes de escrever nós íamos cantando uma musiquinha e aquecendo as mãos.
Minha juventude foi sem liberdade nenhuma, só trabalhando, passear só com os pais. Conheci meu marido no trabalho. O namoro era sempre na vista dos pais, só em casa, perante os pais e só quando fiquei noiva que fomos ao cinema mas ainda acompanhada com os pais. A música que ouvíamos era Sertanejo Universitário, (pois gosto de muitas).
O que me fez feliz foram os nascimentos dos 4 filhos. Andávamos de carro de mola (pode ser chamado de aranha ), com toda família e para trabalhar era com a magrinha_ bicicleta.
Não sofri nenhum acidente em minha vida, mas tive grande tristeza com a morte dos meus pais, pois me ajudaram em tudo além da ótima educação eles me tornaram a pessoa que sou.
Memória de Maria Ollacir Scheibel, 63 anos, moradora do bairro Guarani, feita pela aluna Andresa Fagundes, 12 anos, da E.E.B.João Hassmann situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Analu
E.E.B.João Hassmann.
Nome: Analu Schlindwein.
Série: 7ªA.
Disciplina: Português.
Professora: Karine de Oliveira.
Uma Vida Sofrida
Meu nome é Lucia Schlindwein e tenho 55 anos. Nasci em Guabiruba uma cidade muito linda. Meus pais se chamam: Beno Schlindwein e Olinda Pinheiro. Minha ascendência é alemã. Hoje, moro no bairro Guarani.
Minha infância não foi muito boa, devido a pobreza. Mas além de trabalhar na roça nós jogávamos bola e brincávamos de boneca. Nós nos divertíamos indo para missa e logo tinha que voltar para casa, pois não podíamos ficar até tarde acordados. Eu me lembro que quando eu era criança não tínhamos quase nada. No entanto eu estudei até a 4ª série. E nesta escola eu tive a Dona Iria e a Dona Santa como merendeiras que ainda hoje fazem o mesmo trabalho a única coisa que mudou é a escola que foi ampliada. Parei de estudar cedo, porque não tinha dinheiro para pagar pois até a quarta série tinha e as outras fases eram em outras escolas, particulares. E só me lembro desta época dos amigos que tinha.
Minha juventude foi melhor que a minha infância, pois tínhamos mais liberdade. Eu conheci meu marido através do irmão dele que trabalhava comigo. Meu namoro era bom, eu tinha um carro que ia buscar ele para namorar, bem longe de casa, numa estrada de barro com pessoas simples.
Já escutei várias músicas, mas a música que mais gosto de ouvir é do Roberto Carlos que se chama Baile na fazenda, uma música antiga e emocionante.
O fato mais marcante e a maior tristeza da minha vida foi a morte da minha mãe, porque eu tinha que cuidar dos meus irmãos menores com muita ''dificuldade''. Nós só andávamos a pé, porque não tínhamos nenhum veículo para andar.
Eu já sofri um acidente, que quebrei o braço quando fui subi em cima de um balaio para ver a casinha da minha prima,que era pequena mas bem ajeitada. No final de toda a minha história da minha vida, o que me causou enorme alegria foi quando minha filha nasceu. Mesmo ela sendo filha única ela é meu maior ''presente''.
Memória de Lucia Schlindwein, 55 anos, moradora do bairro Imigrantes, feita pela aluna Analu Schlindwein,13 anos da E.E.B.João Hassmann situada no bairro Guarani em Brusque -SC.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Darla
Escola de Educação Básica João Hassmann
Aluna: Darla Laís Pereira
Série:7ª B
Professora:Karine de Oliveira
Vim à Brusque para Trabalhar.
Meu nome é Valter Germano, tenho 56 ano de idade. Não sei minha ascendência. Naquela época, quando criança nós nos divertíamos jogando: bola, casando pássaros, tourada, pega pega, passa anel, jogo de bete, bolinha de gute, entre outros. A educação que meus pais me deram foi para não envolver-me em briga, não mexer em produtos químicos, não ser mal educado, ser gentil com as pessoas e respeitar os mais velhos.
No tempo em que eu estudava, a escola era simples, o material escolar não era ganhado como hoje, que o governo fornece às escolas, não tinha lanche, tinha que levar de casa, andávamos a pé uns 5 ou 6 quilômetros até chegar à escola, como não havia apostila, nós escrevíamos bastante.
Naquela época os jovens se reuniam em campos de futebol, festinhas de amigos, e em muitos outros lugares. A música de minha juventude era de Roberto Carlos “A montanha”. Naquele tempo o namoro era menos “liberal”, e os pais eram mais rígidos. Nasci em Mandaguaçul-Paraná, naquela época não havia hospital,era parteira. Hoje,estou concluindo o CEJA, ensino médio. Naquela época parei pelo motivo de trabalho,era dificultoso ir a escola a pé e também a falta de condição pagar meio de transporte.
Há muito tempo, os meios de transporte eram tração-animal, bicicleta e veículos. Os mais usados era bicicleta e o cavalo. Um acidente grave que aconteceu comigo, era de noite, eu estava num ônibus, quando o capotou e caiu dentro do riu,morreram três pessoas. Minha família não mora aqui,e sim em Ivaiporã-Paraná,viemos à trabalho porque Brusque é uma cidade acolhedora e de bastante empregos. A pessoa mais importante de minha vida é a minha mãe,pelos conselhos que ela tem me dado,pela educação, ajudou-me a resolver problemas da vida e me ensinou a ser educado com as pessoas. O fato marcante de minha vida foi o tempo da ditadura,nós não tínhamos o direito de escolher o candidato, ficamos sem o direito de votar, não podia inventar músicas ou falar contra o governo,censura de expressão, teve perseguição contra a política opositor ao regime.
Um fato marcante ou uma passagem da minha vida nesta cidade foi a enchente de 2008. Prejudicou bastante a população,e teve grande perca de bens materiais. Marcou porque foi uma passagem triste e dolorosa para muitos.
A televisão surgiu quando eu tinha 15 para 16 anos, e foi nos anos de 1970, os desenhos era em preto e branco eu gostava de ver jornal nacional,e só mais tarde que surgiu a televisão colorida, quando a televisão era em preto e branco as pessoas costumavam comprar faixas coloridas para colocar na tela da TV. Mais tarde quem tinha a televisão normal de hoje (colorida)era considerado o “rico”. Hoje a T colorida é normal.
Lucas
E.E.B João Hassmann
Aluno:Lucas Silva
Série:7ªB
Prof. Karine de Oliveira
Disciplina:Português
A história de Ionice
Ionice 45 anos, o dia que eu comecei a trabalhar foi um dia muito importante, por que consegui emprego. Esse dia foi muito importante porque eu gosto de crianças e adolescentes.
Não sou natural daqui,vim de Botuverá, sou de origem Alemã. “Uma das músicas que eu mais lembro é “aquarela do Brasil”.Na escola que eu estudava era de 1ª á 4ª série, eu chegava até a escola a pé.
Na minha infância me divertia fazendo piquenique, pulava corda, brincava de esconde-esconde, brincadeira do anel, etc.
Naquela época o namoro era bem complicado, não era como agora. Nunca aconteceu nenhum acidente tão grave comigo.
Meu marido é a coisa mais importante na minha vida, porque quando a gente casa é para sempre e um tem que aceitar o defeito do outro.
Os meios de transportes era ônibus, carroça, charrete, etc. Os jovens se encontravam nas tardes dançantes, barzinho ou na casa de algum colega.
Estudei até a quarta série pois não tinha condições, na época tinha que começar a trabalhar cedo para ajudar os pais, mas agora depois de casada fiz o EJA de 5ª a 8ª série.
Na época a educação era rígida mais também tinha muita conversa e muito amor. Tinha TV e eu gostava de assistir o sitio-do-pica-pau-amarelo.
Memória de Ionice, 45 anos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Lucas Silva da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani em Brusque_SC.
BARBOSA
E.E.B. João Hassmann
Nome:Gabriel Barbosa
Série:7 ª B
Professora:Karine
Disciplina:Português
História de Carmen Gohr Hochsprung
Meu nome é Carmen Gohr Hochsprung, tenho 65 anos, não lembro de nenhum fato marcante e personagem marcante da minha época, minha marcante família sempre morou em Brusque, minha tataravó veio da Itália junto com meu marido, vieram no navio mineiro Matilde. A música que marcou minha vida foi Hebreu de Nelsom Gonsalves.
Estudei no Johas, da 1ª série até a 4 ª série, vinha descalço uns 600 m para assistir as aulas da professora Iria Sapele, dona da casa onde funcionava a escola.
Eu gostava de brincar de : Pega-pega, Pata-cega, Batida, Boneca, Peno, Casinha e apanhava frutas e escorregava pelos barrancos. Na minha época podia namorar, mas só com a permissão dos pais e na frente deles. Nunca sofri nenhum acidente grave, graças a Deus. Amo toda minha família, não tenho magoas de ninguém e não importa se é negro, deficiente, dou o mesmo valor para todos.
Na minha época íamos para bailes, de carroça ou de bicicleta, quando íamos para os bailes tinha que ir com os pais juntos, se não, não podíamos ir, tenho 4 irmãos comigo sou filha única, minha educação foi rígida e tinha que ter bastante respeito, aí daquele que respondesse, apanhava até sair sangue, não tínhamos TV naquela época escutávamos rádio e a 1ª TV que eu vi foi uma de madeira e fazia um barulho.
Essa é minha história. Memória de Carmem Gohr Hochsprung, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Gabriel Barbosa da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani, em Brusque_SC.
Nome:Gabriel Barbosa
Série:7 ª B
Professora:Karine
Disciplina:Português
História de Carmen Gohr Hochsprung
Meu nome é Carmen Gohr Hochsprung, tenho 65 anos, não lembro de nenhum fato marcante e personagem marcante da minha época, minha marcante família sempre morou em Brusque, minha tataravó veio da Itália junto com meu marido, vieram no navio mineiro Matilde. A música que marcou minha vida foi Hebreu de Nelsom Gonsalves.
Estudei no Johas, da 1ª série até a 4 ª série, vinha descalço uns 600 m para assistir as aulas da professora Iria Sapele, dona da casa onde funcionava a escola.
Eu gostava de brincar de : Pega-pega, Pata-cega, Batida, Boneca, Peno, Casinha e apanhava frutas e escorregava pelos barrancos. Na minha época podia namorar, mas só com a permissão dos pais e na frente deles. Nunca sofri nenhum acidente grave, graças a Deus. Amo toda minha família, não tenho magoas de ninguém e não importa se é negro, deficiente, dou o mesmo valor para todos.
Na minha época íamos para bailes, de carroça ou de bicicleta, quando íamos para os bailes tinha que ir com os pais juntos, se não, não podíamos ir, tenho 4 irmãos comigo sou filha única, minha educação foi rígida e tinha que ter bastante respeito, aí daquele que respondesse, apanhava até sair sangue, não tínhamos TV naquela época escutávamos rádio e a 1ª TV que eu vi foi uma de madeira e fazia um barulho.
Essa é minha história. Memória de Carmem Gohr Hochsprung, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Gabriel Barbosa da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani, em Brusque_SC.
Camila
Escola de Educação Básica João Hassmann
Nome: Camila Dias
Série: 7ªB
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina: Português
Vida que virou história!
Meu nome é Marilete Corrêa Nunes, tenho 53 anos, e hoje vou contar um pouco de minha vida. Nasci em Nova Trento dia 10 de março de 1957. Quando eu tinha 3 anos de idade, minha família se mudou para Brusque, por isso me considero brusquense. Em Brusque, nasceu três de meus irmãos, quando minha irmã mais nova nasceu eu já tinha 13 anos! Na época acordávamos muito cedo, e nosso despertador era o sol que invadia nossos quartos. Nos alertando que era mais um dia se aproximando.
Quando eu era pequena, aprontava muito e sempre andava brigando com meus irmãos. Mas nós também nos dávamos muito bem e sempre brincávamos juntos. E como não havia televisão nós ativávamos nossa imaginação e inventávamos várias brincadeiras. Quando criança eu estudava no João Hassmann. No 1º ano estudávamos numa salinha da casa da dona Iria Sapéli. Minha professora se chamava Maria. E como muitas crianças eu ia para escola a pé. Muito diferente de hoje, que há ônibus. Não pude ter a educação que consegui financiar para meus filhos, pois estudei até a 4ª série, já que tinha que trabalhar para ajudar meus pais.
Algo que me lembro de minha infância, é de minha bisavó, Enriqueta que veio de Ibirama com três filhos deficientes. Ao chegar em Brusque ela não tinha nada, nem seu marido que morreu antes deles virem para cá. Na velhice ela passava uma semana na casa de cada filho, e de meu pai que era neto. Então, ela continuou de casa em casa, até passar dessa para uma melhor...
Quando adolescente eu trabalhava como costureira. Na minha época os jovens se divertiam em casa, com seus velhos discos de vinil. Lembro que usávamos bicicletas para ir trabalhar, sair, etc. Me casei com21 anos no dia 14 de janeiro de 1978, meu marido se chama João Carlos Nunes. Assim que me casei com ele me mudei para São João Batista. No dia 20 de janeiro de 1979 tive minha primeira filha, chamada Ana Andréia, ela nasceu em Brusque, já que resolvi tê-la aqui. No dia 26 de julho, 3 anos depois do nascimento de Andréia, tive meu 2º filho. Ele nasceu em Nova Trento – já que meu médico atendia lá-, eu o batizei com o nome de Carlos Adriano. Um tempo depois, nasceu minha 3ª filha, Veridiana. Ela nasceu durante a enchente de 84! No dia 5 de agosto, eu havia marcado a cesárea, mais por causa da enchente, eu tive de voltar outro dia. Como minha casa tinha sido inundada, eu fiquei na casa de minha Tia Maria. No dia 9 fui para o hospital, e voltei com minha filha.
Enquanto eu morava em São João Batista eu não trabalhava. Já que na época não era como hoje, e não havia creche. Mas para me ajudar, todo dia as 16:00 horas, minha sogra ficava um pouco com as crianças, para eu poder vender cosméticos.No ano de 1988 eu voltei para Brusque. Em Brusque eu trabalhei como faccionista até 48 anos de idade.
Em 1999 descobriram que minha mãe tinha “esclerose lateral amiotrófica”- doença que com o tempo faz perder os movimentos-. E no ano de 2003 no dia 26 de maio, minha mãe faleceu. Eu não compreendia como puderam arrancar minha mãe de mim, mas esse sentimento ficou muito pior, cinco meses depois quando meu pai morreu. Acho que no momento que eu entrei na casa de meu pai, e o vi caído no chão, mau coração bateu mais forte. Foram tantos sentimentos que nem consigo explicar. Mas as tragédias não acabaram por aí. Em 2004, meu irmão estava num bar na hora de um assalto e levou um tiro. Esse tiro acabou desandou paraplégico.
Conforme o tempo foi passando, eu fui superando essa brincadeira do destino.
Hoje em dia, eu vivo bem, sou muito feliz e tem duas pessoas que me alegram todos os dias. Meus netos Alexandre de 5 anos, filho de Adriano e Marcos, filho de Andréia de 3 anos. E posso me referir a eles como netos, ou meu motivo de viver...
Memória de Marilete Corrêa Nunes, 53 anos, morador (a) do bairro Guarani, feita pelo aluno (a) Camila, da 7ªB da E. E. B. João Hassmann que é situada no bairro Guarani, em Brusque-SC.
Janaina
E. E. B. João Hassmann
Nome: Janaina Martins de Oliveira.
Série: 7ªB.
Professora: Karine de Oliveira.
Disciplina: Português.
Fatos de minha vida!
Meu nome é Ana Vilasboas Pereira, tenho 62 anos eu nasci em Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo. Minha família veio de São Paulo, minha ascendência é Portuguesa.
Quando eu era criança, gostava de brincar de “pega-pega”, “passa-anel”, “cobra-cega”, e outras brincadeiras. Minha infância foi muito rígida! Quando eu estudava, minha escola era na fazenda, eu ia a pé ou a cavalo, estudei até a 3ª série do primário, parei de estudar, porque meus pais faleceram!
Minha adolescência era bem legal, os jovens se reuniam na beira de campos de futebol e bailes para se divertir. Naquela época o namoro era bem respeitado, sem muito agarra-agarra.
Já sofri um acidente muito grave, cai de uma escada e fraturei 3 costelas e a clavícula.
Quando eu era adolescente não existia TV só rádio e a música que eu gostava de ouvir era “eu não sou cachorro não”.
O fato mas marcante da minha vida foi o falecimento de meu marido!
Memória de Ana Vilasboas Pereira, 62 anos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno(a) Janaina da 7ª série B da E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani, em Brusque-SC
João
Escola De Educação Básica João Hassmann
Nome: João Fabricio Brasciani
Nome do Professor: Karine De Oliveira
Série: 7ºB
Disciplina: Português
Minha Vida, minha História
Meu nome é Regina Huber Brasciani, tenho 64 anos, o que marcou na minha vida foi a enchente de 1960, porque na época não tínhamos ajuda e como eu era criança eu conseguia ver o desespero dos meus pais.
Eu sempre morei em Brusque, minha ascendência é alemã. Na minha época a música que mais me marcou foi Bosa Nova, sempre estudei no João Hassmann, a escola era muito pequena, tinha 4 salas, hoje tem mais de 20 salas que abrigam mais ou menos 800 alunos, os uniformes eram saias de pregas azuis, a blusa era branca com o emblema da escola.
Eu só conseguia me divertir aos finais de semana, brincava de (casca de coqueiro, quilica e pega-pega).
Neste tempo o namoro era muito rígido os pais o tempo todo espiando, e os beijos eram roubado. Eu nasci em Brusque, e nunca sofri um acidente grave.
Naquela época as pessoas mais importantes da minha vida eram eram meus avós, porque mais criaram ate os 2 meses e hoje as mais importantes são meus netos e sobrinhos. Eu usava carroça e andava de pé, hoje tem carros e bike e aviões, quando queria ir para o centro
Eu me reunia na casa de amigos para me divertir mais quando dava a hora tinha que ir pra casa. Estudei até a 5ºsérie porque fui trabalhar de baba , e eu também não quis mais estudar. A educação dos meus pais eram muito severa eles só falavam uma vez.
Na época não tinha TV e radio só depois do ano de 1960 e o radio era a pilha então tinha que escutem pouco diferente de hoje que tem a energia.
Memorias de Regina Huber Brasciani, 53 anos e moradora do bairro Rio Branco, feito pelo aluno João Fabricio Brasciani da 7ªB da E.E.B. João Hassmann, que é situada no bairro Guarani em Brusque- SC
Nome: João Fabricio Brasciani
Nome do Professor: Karine De Oliveira
Série: 7ºB
Disciplina: Português
Minha Vida, minha História
Meu nome é Regina Huber Brasciani, tenho 64 anos, o que marcou na minha vida foi a enchente de 1960, porque na época não tínhamos ajuda e como eu era criança eu conseguia ver o desespero dos meus pais.
Eu sempre morei em Brusque, minha ascendência é alemã. Na minha época a música que mais me marcou foi Bosa Nova, sempre estudei no João Hassmann, a escola era muito pequena, tinha 4 salas, hoje tem mais de 20 salas que abrigam mais ou menos 800 alunos, os uniformes eram saias de pregas azuis, a blusa era branca com o emblema da escola.
Eu só conseguia me divertir aos finais de semana, brincava de (casca de coqueiro, quilica e pega-pega).
Neste tempo o namoro era muito rígido os pais o tempo todo espiando, e os beijos eram roubado. Eu nasci em Brusque, e nunca sofri um acidente grave.
Naquela época as pessoas mais importantes da minha vida eram eram meus avós, porque mais criaram ate os 2 meses e hoje as mais importantes são meus netos e sobrinhos. Eu usava carroça e andava de pé, hoje tem carros e bike e aviões, quando queria ir para o centro
Eu me reunia na casa de amigos para me divertir mais quando dava a hora tinha que ir pra casa. Estudei até a 5ºsérie porque fui trabalhar de baba , e eu também não quis mais estudar. A educação dos meus pais eram muito severa eles só falavam uma vez.
Na época não tinha TV e radio só depois do ano de 1960 e o radio era a pilha então tinha que escutem pouco diferente de hoje que tem a energia.
Memorias de Regina Huber Brasciani, 53 anos e moradora do bairro Rio Branco, feito pelo aluno João Fabricio Brasciani da 7ªB da E.E.B. João Hassmann, que é situada no bairro Guarani em Brusque- SC
Samantha
Escola de Educação Báscia João Hassmann
Nome: Samantha Schafer Huber
Nome do Professor : Karine de Oliveira
Série: 7ºB
Disciplina: Português
Tombo de minha avó
Meu nome é Regina Huber Brasciani, tenho 64 anos o que marcou na minha vida foi a enchente de 1960 porque na época não tínhamos ajuda e como eu era criança eu conseguia ver o desespero dos meu pais.
Eu sempre morei em Brusque minha ascendência é Alemã. Na minha época a música que mais me marcou foi Bosa nova, sempre estudei no João Hassmann, a escola era muito pequena pois tinha apenas 4 salas, os uniformes eram saias de pregas azuis, a blusa era branca com o emblema da escola.
Eu só conseguia me divertir aos finais de semana, brincava de pega-pega neste tempo o namoro era muito rígido os pais o tempo todo espiando. Eu nasci em Brusque, e nunca sofri um acidente grave, naquela época a pessoa mais importante da minha era meus avós, porque me criaram até os 2 meses e hoje a pessoa mais importante são meus netos e sobrinho.
Eu usava carroça e andava a pé quando queria ir para o centro ia de pé.
Eu me reunia na casa de amigos pra me divertir, mais quando dava a hora tinha que ir pra casa.
Estudei até a 5ªsérie, pois fui trabalhar até de babá, e eu também não queria mais estudar. A educação dos meus pais era muito severa, na época não tinha TV e só tinha rádio.
Memória de Regina Huber Brasciani, morador o bairro Rio Branco, Feita pela aluna Samantha Schafer Huber da 7º série B e da E.E.B João Hassmann que fica situada no bairro Guarani em Brusque- SC
Rhuan

E.E.B João Hassmann
Nome: Rhuan Carlos Pereira
Série:7ºb
Professora: Karine de Oliveira
Disciplina:Português
Lembranças de uma vida
Meu nome e Maria helena Hassmann, tenho 69 anos, nasci em Brusque, minha família sempre morou aqui. O nome dos meus pais são Marcos Siguel e Pretolina Siguel. Teve alguns fatos marcantes em minha vida, mas o principal foi a perda do meu filho. A outra foi a enchente de 1984.Por causa das destruição, gostava muito de escultar musicas pois não tínhamos televisão. Eu gostava muito de estudar também era uma boa escola, sempre estudei no João Hassmann mas conhecido como JOHAS. Na minha época nós brincávamos de amarelinha e esconde esconde. Meus pais não deixavam eu namorar muito, o namoro de minha época era:Eu,meu pai,namorado todos sentados no mesmo banco. Essa é minha história de vida.
Memória de Maria Helena Hassmann 69 anos,morados do bairro guarani,feito pelo aluno(a) Rhuan Carlos Pereira da 7 série b da E.E.B João Hassmann que fica situada no bairro guarani,em Brusque-Santa Catarina.
Petermann
E. E. B. João Hassmann
Nome: Gabriel Petermann
Série: 7ªB
Prof.:Karine
Minha história minha vida
Meu nome é Angelina, tenho 46 anos. Uma das minhas emoções mais fortes foi quando perdi meu filho. Eu era do Paraná mas vim para Brusque atrás de emprego, uma das músicas que escutava na minha época era as músicas de Chitãozinho e Xororó que ainda hoje escuto.
A escola onde eu estudava era de madeira e ficava em um sítio, estudei ate a 3ª série.
As brincadeiras que eu gostava era passa-anel, roda e resita versos. O namoro no meu tempo era difícil, era um longe do outro, não tinha agarra agarra e beijo nem pensar...Não sofri nenhum acidente grave, A pessoa mas importante para mim era minha mãe.
Não tínhamos meio de transporte, era apé para ir em todos os lugares, o lugar onde os jovens iam se divertir era no cinema, mas eu nunca fui.
A minha educação era muito rígida e mesmo assim era boa.
Memória de Angelina, 46 anos, moradora do bairro Guarani, feito pelo aluno Gabriel Petermann da 7ª série B da E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani Brusque-SC.
Nome: Gabriel Petermann
Série: 7ªB
Prof.:Karine
Minha história minha vida
Meu nome é Angelina, tenho 46 anos. Uma das minhas emoções mais fortes foi quando perdi meu filho. Eu era do Paraná mas vim para Brusque atrás de emprego, uma das músicas que escutava na minha época era as músicas de Chitãozinho e Xororó que ainda hoje escuto.
A escola onde eu estudava era de madeira e ficava em um sítio, estudei ate a 3ª série.
As brincadeiras que eu gostava era passa-anel, roda e resita versos. O namoro no meu tempo era difícil, era um longe do outro, não tinha agarra agarra e beijo nem pensar...Não sofri nenhum acidente grave, A pessoa mas importante para mim era minha mãe.
Não tínhamos meio de transporte, era apé para ir em todos os lugares, o lugar onde os jovens iam se divertir era no cinema, mas eu nunca fui.
A minha educação era muito rígida e mesmo assim era boa.
Memória de Angelina, 46 anos, moradora do bairro Guarani, feito pelo aluno Gabriel Petermann da 7ª série B da E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani Brusque-SC.
Jobert
E.E.B. João Hassmann
Nome: Jobert J. Hochsprung
Serie: 7 B
Prof: Karine De Oliveira
Disciplina: Português
HISTÓRIA DE MINHA AVÓ
Meu nome é Carmen Gohr Hochsprung, tenho 65 anos, não lembro de nenhum fato ou personagem marcantes da minha época, minha família sempre morou em Brusque, minha tataravó veio da Itália junto com seu esposo, vieram no navio Matilde. A música que marcou minha vida foi Hebreu de Nelsom Gonsalves.
Estudei na escola João Hassmann de primeira a quarta série, vinha descalço uns 600 metros para assistir a aula da professora Iria Sapele, dona da casa onde funcionava a escola, me divertia com várias brincadeiras exemplo: pega-pega, pata-sega, batida, boneca, peno,casinha, e apanhava frutas e escorregava pelos barrancos, na época podia namorar, mas só com a permissão dos pais e na frente deles. Nunca sofri acidente grave graças a Deus, amo toda minha família, não tenho magoa de ninguém e não importa se for negro, deficiente, do mesmo valor para todos.
Na minha época íamos para os bailes, tinha que ir com os pais junto, sou filha única, minha educação foi rígida e tinha que ter respeito, ai daquele que respondesse apanhava até sair sangue, não tínhamos TV naquela época, escutávamos radio e a primeira TV que eu vi foi uma de madeira que fazia um barulho, essa é minha história.
Memória de Carmen Gohr Hochsprung, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Jobert J. Hochsprung da 7ª B da E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Nome: Jobert J. Hochsprung
Serie: 7 B
Prof: Karine De Oliveira
Disciplina: Português
HISTÓRIA DE MINHA AVÓ
Meu nome é Carmen Gohr Hochsprung, tenho 65 anos, não lembro de nenhum fato ou personagem marcantes da minha época, minha família sempre morou em Brusque, minha tataravó veio da Itália junto com seu esposo, vieram no navio Matilde. A música que marcou minha vida foi Hebreu de Nelsom Gonsalves.
Estudei na escola João Hassmann de primeira a quarta série, vinha descalço uns 600 metros para assistir a aula da professora Iria Sapele, dona da casa onde funcionava a escola, me divertia com várias brincadeiras exemplo: pega-pega, pata-sega, batida, boneca, peno,casinha, e apanhava frutas e escorregava pelos barrancos, na época podia namorar, mas só com a permissão dos pais e na frente deles. Nunca sofri acidente grave graças a Deus, amo toda minha família, não tenho magoa de ninguém e não importa se for negro, deficiente, do mesmo valor para todos.
Na minha época íamos para os bailes, tinha que ir com os pais junto, sou filha única, minha educação foi rígida e tinha que ter respeito, ai daquele que respondesse apanhava até sair sangue, não tínhamos TV naquela época, escutávamos radio e a primeira TV que eu vi foi uma de madeira que fazia um barulho, essa é minha história.
Memória de Carmen Gohr Hochsprung, 65 anos, moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Jobert J. Hochsprung da 7ª B da E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani em Brusque-SC.
Edvaldo
E.E.B João Hasmann
Aluno: Edvaldo Feliciano
Série:7ªB
Prof:Karine de Oliveira
Disciplina: portugues
História de Angelina
Meu nome é Angelina tenho 46 anos, vou falar um pouco da minha vida : a nossa brincadeira era:passar anel, cantar versinho e outras. Nós estudávamos mas em uma escola simples de madeira parei de estudar na 3ª fundamental. Parei de estudar para trabalhar com meus pais.
A educação que meus pais me deram foi muito rigorosa! Gostava de musicas de chitãozinho e chororó.
Minha família veio do Paraná mais eu sou ascendente de Italiano, nosso namoro não tinha muito agara – agara! Não tinha televisão e nem rádio.
Memória de Angela, 46 anos, morador do bairro Guarani, feito pelo aluno Edvaldo Feliciano da 7ª série B da E.E.B João Hassmann que fica situada no bairro Guarani, em Brusque-SC
Emerson

E. E. B. João Hassmann
Nome: Emerson Wippel
Série: 7ªB
Profª: Karine de Oliveira
Assunto: Português
Minha vida Real
Bruno Voss, tenho 86 anos, e vou contar um pouco da minha vida, pois um fato marcante foi quando adotei Sérgio como filho, em 1970 e que Sérgio tinha mais 12 irmãos.
Na minha infância, a educação era bem rígida e tinha que respeitar todos. A minha ascendência é alemã.
Na minha vida o que mais marcou, foi que eu tinha que trabalhar na roça, e plantar aipim, batata, buscara trato para os animais, ajudar a tirar leite das vacas de manhã todos os dias das 8:00h até as 10:00h da manhã e eu entregava o leite de carroça pela cidade isso aconteceu por 20 anos.
Sempre morei em Brusque, e nasci em casa. Adorava escutar música Estradela e Bandonho- instrumento musical da quela época .
Me divertia jogando:bocha, pescando e caçando, nunca sofri acidente grave. Naquela época não tinha TV. E a pessoa mais importante na minha vida é a esposa já falecida e o nome dela é Benta Voss uma mulher trabalhadora e adorava ajudar as pessoas.
Memória de Bruno Voss, 86 anos morador do bairro Guarani, feito pelo aluno Emerson Wippel da 7ª sèrie B da e. E.E.B João Hassmann que fica situada no bairro Guarani, em Brusque-SC
Douglas
E.E.B. João Hassmann
Nome: Douglas William de Vargas Ramos
Série: 7 B
Prof: Karine De Oliveira
Disciplina: Português
Minha vida naquela época
Meu nome é Gina Schlindwein, tenho 79 anos, nasci em 1931, na cidade de Brusque e sempre morei em Brusque com minha família.
Me lembro de um fato, de quando tive que sair da escola par trabalhar com meu pai, na roça, porque eu precisava ajudar minha família, esse fato marcou minha vida pois gostava e queria muito estudar naquele tempo.
Estudei até o 2º ano do primário hoje ensino fundamental. Parei para trabalhar na roça e depois fui trabalhar em fábricas.
Usamos a carroça como nosso meio de transporte, mas popular na época. A escola era uma casa velha caindo os pedaços. Ela ficava uns 3km da minha casa, eu ia a pé, descalço no frio, na chuva e no sol.
A educação que meus pais nos deram era muito rígida. Nos brincávamos de casinha e fazíamos das espigas de milho nossa boneca preferida. Minha ascendência é Portuguesa.
O namoro, na época, era muito diferente do dia de hoje. Andávamos de mãos dadas e conversávamos muito.
Memória de Gina Schlinduein, 79 anos moradora do bairro Guarani, feita pelo aluno Douglas William de Vargas Ramos da 7ª série B da escola E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani, em Brusque-SC.
Benedito
E. E. B. João Hassmann.
Aluno: Benedito.
Série: 7ªB
Disciplina: Português
Professora: Karine de Oliveira
A minha Vida Passada
Alonso 68 anos, nasci em São Paulo, fui criado no Paraná, vim para Santa Catarina, estou aqui a 18 anos, no Paraná, para ir para escola tina que andar três quilômetros a pé porque eu morava num sítio e era muito longe da escola, trabalhava na roça, parei de estudar na quarta série porque minha casa ficava muito longe da escola.
Quando era pequeno brincava de bola e da matar passarinho, a pessoa mais importante da minha vida era a minha mãe por que me criou e me deu educação, amava muito ela. Naquela época quando eu era jovem ou me reunia com os amigos em quadras ou canchas.
Os meus pais me deram uma educação ótima, não tinha TV por que, eles não tinha criado ainda, só existia rádio, a minha música preferida naquela época era do Tonico e Tinoco. Daí vim para SC há 18 anos atrás. Em 2008 novembro teve uma enchente, alagou muitas casas, muita gente sofreu, foi muito marcante, porque ninguém está acostumado a ver algo assim, nunca sofri nenhum acidente grave. E do lugar que eu vim também tinha muitas enchentes. O meu namoro era muito respeitado.
Memória de Alonso, 68 anos, morador do bairro Rio Branco, feita pelo aluno Benedito B. A. Oliveira da 7ª série B da E. E. B. João Hassmann que fica situada no bairro Guarani Brusque-SC.
Arruda
E.E.B João Hassmann
Nome: Gabriel Arruda
Série: 7º B
Professora: Karine de oliveira
Matéria: Português
Uma história da vida de Angelina
Meu nome é Angelina, minha idade é 46 anos. Minha maior perda foi a morte do meu filho em um acidente de moto, bateu de moto e morreu no hospital, eu não sou daqui, sou do Paraná.
Minha ascendência é italiana , minha banda preferida é Chitãozinho e Chororó e ouço até hoje, minha escola era de madeira em sítio isolado . Minha brincadeira era passar anel rima e verso.
O namoro não tinha muito agarra, agarra. Eu não tive nenhum acidente, minha mãe era a pessoa mais importante na minha vida, ia para escola de pé e minha diversão era o cinema, parei de estudar no terceiro ano do fundamental para trabalhar com meus pais, minha educação era muito rigorosa, não tinha TV nem rádio.
Memória de Angelina, 46 anos, moradora do bairro Guarani, feito pelo aluno Gabriel Arruda, 7ª B da E.E.B. João Hassmann, situada no bairro Guarani.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Digitalizando os Textos
Aula 10: Nesta aula, com as produções em mãos os alunos digitalizaram, formataram e cuidaram com aspectos como parágrafos, espaço entrelinhas, tipo de letra e tamanho de letra utilizados em trabalhos, bem como o cabeçalho com nome da instituição e do aluno.
Aula 11: Neste momento com auxílio do datashow os alunos observaram como fariam as postagens no blog e a importância das imagens, vídeos para dar mais credibilidade ao trabalho.
Automóveis Invadem a Cidade
Aula 7: Fizemos a leitura do texto: Automóveis Invadem a Cidade, nele pudemos comparar o ontem com o hoje. Também foi analisado os textos: Por Parte de Pai, e o lavrador de Pedras. Os alunos foram levados a observarem o modo que o autor narrou os fatos, as figuras de linguagem que utilizou, os verbos e as expressões antigas. Também foi salientado a importância dos sinais de pontuação e o sentido que o texto ganha com eles.
Aula 8: Após as explicações os alunos fizeram uma terceira leitura em suas produções e acrescentaram o comparativo do presente com o passado, os sinais de pontuações, um título sugestivo, descrições de lugares ou pessoas, o lugar onde vivem, verbos no pretérito perfeito e imperfeito.
Aula 9: Os textos voltaram para a professora que fez as correções e os devolveu para a última reescrita. a tarefa seguinte era digitalizar estas produções e postá-las neste blog.
Plano de Trabalho
Aula 3: Fizemos um plano de trabalho e na etapa seguinte os alunos,teriam em mãos as entrevistas, feitas em horários extras, os educandos deveriam transformá-las em textos_memórias, com cuidado para o uso de primeira pessoa do singular nesta produção.
Estes textos foram corrigidos junto com os alunos e os mesmos tiveram que fazer a reescrita com os acréscimos sugerdos pela turma.
Aula 4: Lemos o texto: O Valetão que Engolia Meninos e Outras Histórias de Pajé. Os alunos ganharam o texto todo separado por parágrafos e embaralhado, teriam que montar: começo, meio e fim, também observar o uso dos pronomes pessoais e possessivos dentro da construção do texto.
Aula 5:Nesta aula lemos o texto: Transplante de Menina. Os alunos fizeram a leitura em voz alta, depois teriam que desenhar a Av. Rio Branco e o carnaval, mesmo sem conhecer esta avenida, tinham ouvido falar mas não sabiam o que era...
Após esta produção, fomos ao espin para conhecer a avenida que tem ao fundo a imagem do Pão de Acúçar e o Corcovado que na época não tinha nem o Cristo Redentor,também debatemos a vida da autora e o porque deste texto de Tatiana Belinky.
Aula 6: Ainda na pespectiva de descrições os alunos fizeram descrições de ambientes da escola para observarem a importância da riqueza dos detalhes, também fizeram a descrição dos colegas sem citar os nomes para poder descobrir quem eram os alunos descritos na produção
Analisando memórias e objetos antigos
Aula 2: As 6ª e 7ª séries da escola JOHAS, também tiveram contado com o material que a olimpíada da Língua portuguesa nos enviou... Nestas leituras foram enfocados os tipos de discursos utilizados, os tipos de narradores, verbos que indicam tempo, palavras que nos remetem ao passado e a diferença entre diário e memória.
Combínamos que iríamos trazer para escola objetos antigos para organizarmos uma exposição que marcamos para os dias: 15 e 16 de julho....
Começou a vir estes materias, então tivemos que fazer uma pesquisa na internet para saber a data de invenção de tais produtos para que na amostra pudéssemos colocar estes dados junto aos objetos.
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